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	<title>Blockchain &#8211; Portal BR</title>
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	<description>Notícias no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 20:39:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blockchain &#8211; Portal BR</title>
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		<title>Rastreabilidade bovina em blockchain amplia segurança, qualidade e competitividade da pecuária brasileira</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/rastreabilidade-bovina-em-blockchain-amplia-seguranca-qualidade-e-competitividade-da-pecuaria-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Rastreabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia permite acompanhar o histórico dos animais, fortalece a inspeção veterinária e ajuda produtores e frigoríficos a atender às exigências dos mercados mais rigorosos A pecuária brasileira está entrando em uma nova fase, na qual produzir carne de qualidade já não é suficiente. É preciso demonstrar, com informações confiáveis, onde o animal nasceu, por quais [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia permite acompanhar o histórico dos animais, fortalece a inspeção veterinária e ajuda produtores e frigoríficos a atender às exigências dos mercados mais rigorosos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pecuária brasileira está entrando em uma nova fase, na qual produzir carne de qualidade já não é suficiente. É preciso demonstrar, com informações confiáveis, onde o animal nasceu, por quais propriedades passou, quais vacinas recebeu, como foi alimentado e em que condições chegou ao frigorífico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a rastreabilidade bovina deixa de ser apenas uma exigência burocrática e passa a ocupar posição estratégica na sanidade animal, na gestão das propriedades, na segurança dos alimentos e na abertura de mercados. Quando associada à tecnologia blockchain, ela ainda pode oferecer registros mais transparentes, verificáveis e resistentes a alterações posteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil já possui o Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, o SISBOV, utilizado para o controle das informações necessárias à certificação oficial de animais destinados, especialmente, a mercados que exigem rastreabilidade individual. O Ministério da Agricultura também desenvolve o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, o PNIB, com planejamento para o período de 2025 a 2032. A proposta é ampliar gradualmente a identificação individual, superando limitações do controle baseado apenas em lotes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da identificação do animal ao histórico completo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade bovina começa pela atribuição de uma identificação única ao animal. Essa identidade pode estar vinculada a brincos convencionais, dispositivos eletrônicos, RFID, códigos numéricos ou outras tecnologias reconhecidas pelos programas sanitários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da identificação, o sistema constrói uma linha do tempo. Nascimento, propriedade de origem, vacinação, tratamentos veterinários, pesagens, alimentação, reprodução, compra, venda, transporte, mudança de propriedade, morte e abate podem ser registrados conforme a finalidade do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Ministério da Agricultura, a identificação individual possibilita localizar com rapidez animais afetados por doenças e seus possíveis contatos, além de acompanhar tratamentos, movimentações, quarentenas e estratégias de vacinação. O PNIB foi elaborado justamente para fortalecer a segurança alimentar, o controle sanitário e a capacidade de resposta às emergências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial de Saúde Animal define a rastreabilidade como a capacidade de acompanhar um animal ou grupo de animais durante todas as fases de sua vida. A entidade recomenda que a identificação e a rastreabilidade estejam sob responsabilidade das autoridades veterinárias, ainda que diferentes instituições participem da coleta e do tratamento das informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância para a inspeção veterinária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para médicos-veterinários, fiscais agropecuários e responsáveis técnicos, uma base confiável de rastreabilidade funciona como uma ferramenta de investigação sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando surge uma suspeita de doença contagiosa, não basta examinar apenas o animal afetado. É necessário descobrir de onde ele veio, com quais animais teve contato, quais propriedades visitou e quais transportes foram realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com registros individualizados, a inspeção pode identificar mais rapidamente os animais expostos, delimitar áreas de risco, determinar quarentenas e evitar restrições desnecessárias sobre propriedades que não participaram da cadeia de transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade também ajuda a verificar o cumprimento dos calendários de vacinação, acompanhar tratamentos, analisar períodos de carência de medicamentos veterinários e reunir evidências para auditorias. Informações organizadas permitem uma resposta mais direcionada e reduzem o tempo necessário para reconstruir o histórico sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FAO ( Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) considera a rastreabilidade uma base dos sistemas de controle sanitário na produção de alimentos de origem animal, ligando saúde animal, saúde pública, segurança dos alimentos e acesso aos mercados. Movimentações formais e informais de animais estão entre os fatores que podem favorecer a disseminação de enfermidades, tornando o controle do trânsito uma parte essencial da defesa sanitária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle de qualidade começa antes do frigorífico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da carne não depende somente da inspeção realizada no momento do abate. Ela começa na genética, na alimentação, no manejo, na sanidade, no bem-estar e nas condições de transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um sistema de rastreabilidade pode reunir informações sobre peso, desenvolvimento, dieta, tratamentos, ocorrências sanitárias e desempenho produtivo. Isso permite comparar animais, identificar práticas que apresentam melhores resultados e corrigir falhas de manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o pecuarista, o histórico individual ajuda na seleção de animais, no planejamento reprodutivo e na avaliação da produtividade. Para frigoríficos, cooperativas e compradores, os registros podem contribuir para programas de bonificação, classificação de carcaças e aquisição de animais que atendam a padrões específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FAO observa que sistemas de identificação apoiam o monitoramento da saúde, da produtividade, da movimentação e do comércio dos animais. Eles também podem auxiliar na seleção de exemplares com melhor desempenho e no aprimoramento da gestão do rebanho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a blockchain acrescenta</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos sistemas convencionais, os dados permanecem armazenados em bancos controlados por uma única organização, ou seja, centralizados em um único local, o que pode gerar perda irreversível dos dados, ou por acidentes ou por hackeamento. Já na blockchain, é introduzido um modelo de registros distribuído em  milhares de servidores, nos quais cada lançamento recebe mecanismos de validação, referência temporal e ligação com registros anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso dificulta que uma informação seja apagada ou modificada sem deixar evidências. Uma vacinação registrada, por exemplo, pode permanecer associada à identidade do animal, à propriedade, ao responsável e à data do procedimento, na blockchain <a href="https://www.arweave.com.br">Arweave</a> por exemplo, os dados ficam armazenados por 200 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Revisões científicas sobre blockchain nas cadeias agroalimentares apontam transparência, imutabilidade, redundância, automação e compartilhamento controlado como algumas das características que podem fortalecer a rastreabilidade. A tecnologia pode ainda ser integrada a QR Codes, sensores, RFID e contratos inteligentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a blockchain não transforma automaticamente uma informação falsa em verdadeira. Se alguém cadastrar uma vacinação que não ocorreu ou associar o brinco ao animal errado, o sistema poderá preservar um dado incorreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a tecnologia precisa estar acompanhada de identificação segura, treinamento, responsabilidade profissional, auditoria, inspeções presenciais e regras claras sobre quem pode incluir cada tipo de informação. A blockchain protege o histórico do registro, mas a qualidade inicial dos dados continua dependendo das pessoas, dos equipamentos e dos procedimentos adotados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O mercado internacional exige provas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os países importadores estão aumentando as exigências relacionadas à origem dos alimentos, à sanidade, à sustentabilidade e ao uso da terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia inclui bovinos e produtos derivados entre as cadeias abrangidas pelo regulamento de produtos livres de desmatamento. Pelas datas atualmente divulgadas pela Comissão Europeia, as obrigações começarão a ser aplicadas em 30 de dezembro de 2026 para operadores de médio e grande porte e em 30 de junho de 2027 para a maior parte das micro e pequenas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A blockchain não é uma exigência obrigatória para todas as exportações. Ela é uma ferramenta que pode facilitar a comprovação da origem, a organização dos documentos e a apresentação de evidências aos compradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Brasil, uma rastreabilidade mais completa pode ajudar a demonstrar que animais não passaram por propriedades com irregularidades ambientais, que cumpriram exigências sanitárias e que foram produzidos dentro de padrões verificáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso reduz riscos para importadores, frigoríficos e redes varejistas. Também permite separar produtores regulares daqueles que tentam inserir animais de origem desconhecida ou irregular dentro da cadeia formal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Emater Trace: tecnologia criada pela Arte Final</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse movimento de digitalização foi desenvolvido o <strong><a href="https://www.emater.com.br" data-type="link" data-id="https://www.emater.com.br">Emater Trace</a></strong>, sistema brasileiro de rastreabilidade bovina criado pela empresa <a href="https://www.artefinal.net">Arte Final</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma foi projetada para construir um passaporte digital individual para cada animal. O cadastro pode reunir identificadores como SISBOV, PNIB e RFID, além de informações sobre a propriedade, o produtor e o histórico dos eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os acontecimentos que podem integrar a linha do tempo estão nascimento, vacinação, dieta, transporte, compra, venda, exportação, morte e outras ocorrências relevantes. Cada animal recebe uma identificação própria e pode ser consultado por meio de QR Code em uma página pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a estrutura do projeto, os registros podem ser publicados automaticamente na rede descentralizada Arweave, formando uma camada permanente de comprovação. A proposta é que informações importantes não permaneçam apenas em um servidor convencional que possa ser alterado, perdido ou desativado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema possui áreas diferentes para administração e para produtores. O responsável pela propriedade pode cadastrar animais e eventos dentro das identificações autorizadas, enquanto a administração acompanha usuários, propriedades, créditos e publicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passaporte público foi concebido para apresentar os dados relevantes do animal de maneira organizada, inclusive com opções de idiomas para facilitar consultas de compradores e parceiros internacionais. A <a href="https://www.artefinal.net">Arte Final</a> informa que atua desde 2000 no desenvolvimento de soluções digitais e atualmente trabalha com Web3, Arweave, armazenamento descentralizado, certificação blockchain e rastreabilidade de produtos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração com os sistemas oficiais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Emater Trace deve ser entendido como uma plataforma tecnológica complementar. Ele não substitui o SISBOV, o PNIB, a Guia de Trânsito Animal, os serviços de inspeção ou as certificações exigidas pelo Ministério da Agricultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que os registros tenham validade dentro de programas sanitários e comerciais oficiais, é necessária a integração com as normas, identificadores e procedimentos reconhecidos pelas autoridades competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa interoperabilidade é um dos maiores desafios do setor. Sistemas privados, plataformas estaduais, frigoríficos, laboratórios, entidades certificadoras e órgãos públicos precisam trabalhar com padrões compatíveis. Caso contrário, o produtor será obrigado a preencher as mesmas informações repetidamente em diferentes plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário ideal é aquele em que o dado é registrado uma única vez, verificado por quem possui competência e compartilhado de maneira segura com os participantes autorizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia brasileira como ativo estratégico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolver essa tecnologia no Brasil é importante porque a pecuária nacional possui características que nem sempre são compreendidas por plataformas estrangeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país apresenta propriedades de diferentes tamanhos, longas distâncias, áreas com conectividade limitada e grande diversidade de sistemas de criação. Uma solução nacional pode ser adaptada ao trabalho em campo, à realidade dos pequenos produtores e às regras brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O domínio da tecnologia também evita dependência completa de empresas internacionais para armazenar e interpretar informações estratégicas sobre o rebanho nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o desenvolvimento local gera conhecimento, qualificação profissional e oportunidades para empresas brasileiras nos setores de software, agronegócio, certificação, sensores, telecomunicações e segurança de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Ministério da Agricultura reconhece a rastreabilidade como instrumento de competitividade, segurança alimentar e acesso a mercados. O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos representa uma oportunidade para que soluções públicas e privadas evoluam de maneira coordenada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do custo à valorização do produtor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação da rastreabilidade exige investimento em brincos, leitores, internet, equipamentos, capacitação e tempo de lançamento das informações. Para que o sistema alcance pequenos e médios produtores, o processo precisa ser simples, acessível e compatível com a rotina da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor também precisa receber benefícios concretos. Bonificações, acesso a mercados, redução de perdas, melhora na gestão, facilidade para obter certificações e valorização dos animais são fatores capazes de transformar a rastreabilidade de obrigação em vantagem econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o consumidor consulta um QR Code e conhece a origem do produto, o trabalho realizado na propriedade se torna mais visível. O cuidado com alimentação, vacinação, bem-estar e sustentabilidade deixa de ser apenas uma afirmação publicitária e passa a contar com registros verificáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um novo passaporte para a pecuária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade bovina em blockchain não resolve sozinha todos os problemas sanitários, ambientais e comerciais. Porém, pode formar uma infraestrutura confiável para conectar produtores, veterinários, transportadores, frigoríficos, compradores e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Emater Trace representa uma iniciativa brasileira nessa direção. Ao criar um passaporte digital permanente para o animal, o projeto procura valorizar o produtor responsável e ampliar a transparência da cadeia pecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço dessa tecnologia dependerá da qualidade dos dados, da integração com os sistemas oficiais e da adesão dos profissionais que atuam no campo. Se esses elementos forem reunidos, o Brasil poderá não apenas atender às novas exigências internacionais, mas também liderar o desenvolvimento de uma pecuária mais segura, eficiente e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>WordPress encontra a Web3: Arte Final lança plugins que conectam a Internet atual à Permaweb</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/wordpress-encontra-a-web3-arte-final-lanca-plugins-que-conectam-a-internet-atual-a-permaweb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 03:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova Internet está nascendo. Mais segura, mais transparente, mais duradoura e menos dependente de servidores centrais, plataformas fechadas e silos de dados. No centro dessa transformação está a Web3, e no Brasil uma agência digital vem se destacando por construir pontes reais entre o presente e o futuro da web: a Arte Final Multimídia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Uma nova Internet está nascendo.</strong> Mais segura, mais transparente, mais duradoura e menos dependente de servidores centrais, plataformas fechadas e silos de dados. No centro dessa transformação está a Web3, e no Brasil uma agência digital vem se destacando por construir pontes reais entre o presente e o futuro da web: a <strong><a href="https://www.artefinal.net">Arte Final Multimídia</a></strong>.</p>
<p>A empresa acaba de lançar dois plugins para WordPress que materializam essa transição tecnológica: o <strong><a href="https://arweave.net.br/baixar-plugin-wp-arweave-publisher/">WP Arweave Publisher</a></strong> e o <strong><a href="https://arweave.net.br/wp-arweave-reader/">WP Arweave Reader</a></strong>, ferramentas que permitem publicar e ler conteúdos diretamente na blockchain Arweave, a chamada <strong><a href="https://www.permaweb.com.br">Permaweb</a></strong>, a web permanente.</p>
<p>Mais do que inovação técnica, os plugins representam uma mudança de paradigma sobre como a informação é armazenada, distribuída e preservada.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que são o WP Arweave Publisher e o WP Arweave Reader?</h2>
<p>Os dois plugins foram desenvolvidos para integrar o <a href="https://www.wordpress.org">WordPress</a> (a plataforma que sustenta mais de 40% da internet) com a blockchain <a href="https://www.arweave.com.br">Arweave</a>, uma rede criada para armazenar dados de forma permanente, imutável e descentralizada.</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>O <strong>WP Arweave Publisher</strong> permite que posts, páginas, textos e imagens do WordPress sejam publicados diretamente na blockchain Arweave, garantindo que aquele conteúdo passe a existir de forma permanente, verificável e resistente à censura.</li>
<li>Já o <strong>WP Arweave Reader</strong> permite que conteúdos armazenados na Arweave sejam lidos, exibidos e incorporados dentro do WordPress, transformando o site em uma interface de leitura da Permaweb.</li>
</ul>
<p>Juntos, eles criam um fluxo completo: o WordPress deixa de ser apenas um sistema de publicação centralizado e passa a ser uma ponte entre a web tradicional e a Web3.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Por que isso é importante para o WordPress?</h2>
<p>Historicamente, o WordPress depende de servidores, bancos de dados e provedores que podem falhar, ser atacados, sofrer censura ou simplesmente deixar de existir. Conteúdos importantes podem ser alterados, apagados ou perdidos com o tempo.</p>
<p>Os plugins da Arte Final introduzem uma nova camada de confiança:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Publicações podem ser gravadas permanentemente na blockchain;</li>
<li>Registros passam a ser imutáveis e auditáveis publicamente;</li>
<li>A autoria e a data de publicação ficam criptograficamente registradas;</li>
<li>O conteúdo deixa de depender apenas de uma empresa, servidor ou país.</li>
</ul>
<p>Na prática, isso permite que o WordPress seja usado não apenas para blogs e sites institucionais, mas também como:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Arquivo histórico e cultural;</li>
<li>Portal de transparência pública;</li>
<li>Registro de contratos, atas e documentos;</li>
<li>Publicação científica, educacional e jornalística de longo prazo;</li>
<li>Repositório de metadados Web3, NFTs e acervos digitais.</li>
</ul>
<h2 class="wp-block-heading">E por que isso importa para a Web3?</h2>
<p>A Web3 sempre prometeu descentralização, transparência e soberania dos dados, mas por muito tempo isso ficou restrito a ambientes técnicos, wallets, exploradores de blocos e interfaces pouco acessíveis ao público comum.</p>
<p>O que a Arte Final faz com esses plugins é <strong>traduzir a Web3 para o cotidiano</strong>.</p>
<p>Eles levam a blockchain para dentro do WordPress, onde estão empresas, universidades, jornais, prefeituras, ONGs e criadores de conteúdo. Isso acelera enormemente a adoção da Web3 fora do nicho cripto, transformando-a em infraestrutura invisível, mas fundamental.</p>
<p>É assim que uma tecnologia deixa de ser promessa e passa a ser realidade.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">Uma nova Internet está nascendo</h2>
<p>A Internet que conhecemos hoje é rápida, mas frágil. Conteúdos desaparecem, links quebram, plataformas caem, arquivos somem. A memória digital do mundo está sendo construída sobre bases instáveis.</p>
<p>A Permaweb propõe o oposto: uma web onde informações importantes não podem simplesmente desaparecer.</p>
<p>Nesse contexto, os plugins da Arte Final funcionam como pavimentadores dessa nova estrada digital. Eles não substituem o que existe , eles conectam, ampliam e evoluem.</p>
<p>Não é uma ruptura brusca. É uma transição inteligente.</p>
</p>
<h2 class="wp-block-heading">A Arte Final como construtora dessa nova era</h2>
<p>Mais do que desenvolver código, a Arte Final está construindo infraestrutura para o futuro.</p>
<p>Ela atua como uma agência digital especializada em blockchain, Web3 e Permaweb, mas com um diferencial raro: <strong>foco em usabilidade, integração e impacto real</strong>.</p>
<p>Em vez de criar soluções isoladas, cria pontes:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Entre Web2 e Web3,</li>
<li>Entre instituições e blockchain,</li>
<li>Entre tecnologia avançada e uso cotidiano.</li>
</ul>
<p>É esse tipo de trabalho que transforma uma inovação em civilização.</p>
<p>O WP Arweave Publisher e o WP Arweave Reader não são apenas plugins. Eles são peças de infraestrutura da nova Internet que está nascendo.</p>
<p>Uma Internet:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Mais confiável,</li>
<li>Mais transparente,</li>
<li>Mais permanente,</li>
<li>E mais livre.</li>
</ul>
<p>E enquanto essa nova era começa a tomar forma, a Arte Final não apenas observa, ela constrói os caminhos por onde ela vai passar.</p>
<p>A nova Internet não é uma promessa distante. Ela já está sendo escrita. E, agora, também está sendo gravada para sempre.</p>
<h2 class="wp-block-heading has-vivid-cyan-blue-color has-text-color has-link-color wp-elements-33ea647ef5579ab5bd983b92ada1596d"><a href="https://www.arweave.net.br">Repositório para baixar gratuitamente os plugins</a></h2>
</p>
<hr>
<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/wordpress-encontra-a-web3-arte-final-lanca-plugins-que-conectam-a-internet-atual-a-permaweb/">https://www.portalbr.com.br/wordpress-encontra-a-web3-arte-final-lanca-plugins-que-conectam-a-internet-atual-a-permaweb/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PermaPress: Editor brasileiro Web3</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/permapress-editor-brasileiro-web3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 18:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1188</guid>

					<description><![CDATA[PermaPress é um App de escrita e publicação que permite que os seus dados sejam postados diretamente na rede blockchain Arweave e isso ao alcance de qualquer criador de conteúdo. O App conecta uma experiência de editor visual simples (WYSIWYG) com o envio assinado de posts para a Permaweb, a camada de aplicações sobre a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>PermaPress</strong> é um App de escrita e publicação que permite que os seus dados sejam postados diretamente na rede blockchain Arweave e isso ao alcance de qualquer criador de conteúdo. <br>O App conecta uma experiência de editor visual simples (WYSIWYG) com o envio assinado de posts para a <strong>Permaweb</strong>, a camada de aplicações sobre a Arweave, onde seu conteúdo fica disponível de forma <strong>imutável, verificável e endereçável para sempre</strong>.<br>Em outras palavras: você escreve como num blog tradicional, mas publica com as garantias de uma rede descentralizada, eterna e imutável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o PermaPress tem?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Editor rico em HTML</strong>: negrito, itálico, títulos H1–H5, alinhamentos, cores personalizadas, links e imagens (upload local ou por URL).</li>



<li><strong>Imagens inteligentes</strong>: as imagens inseridas ficam em “pré-visualização local” e só serão enviadas à Arweave no momento da publicação, com redimensionamento direto na interface.</li>



<li><strong>Imagem destacada &amp; HTML opcional</strong>: além do JSON do post, o app pode publicar uma versão <strong>HTML</strong> do artigo (compatível com o <strong>Buscador WP Arweave Publisher</strong>).</li>



<li><strong>Estimativa de custo em tempo real</strong>: mostra o total estimado de AR (e conversões para USD/BRL) considerando corpo do post, HTML opcional e todas as imagens anexadas.</li>



<li><strong>Chave privada local</strong>: o app assina as transações no navegador; <strong>sua chave JWK não sai do seu dispositivo</strong>.</li>



<li><strong>Identidade do site</strong>: cada blog é identificado por um <strong>Site ID</strong>, permitindo feeds separados por projeto/editor.</li>



<li><strong>Leitor e busca</strong>: há uma página de busca/leitura que consulta o GraphQL da Arweave, exibe os posts e permite filtrar por <strong>categorias</strong> e <strong>tags</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que isso é importante para a Web3</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Web3 propõe uma internet onde o <strong>conteúdo</strong> não depende de um servidor único, através da rede Arweave o <strong>armazenamento é descentralizado e permanente</strong>, de forma economicamente sustentável, com <strong>proveniência criptográfica</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PermaPress opera como “ponte de usabilidade”</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Acessibilidade</strong>: reduz o atrito técnico de publicar na Permaweb, não é preciso aprender a usar SDKs/CLI ou montar pipelines.</li>



<li><strong>Propriedade e autenticidade</strong>: cada publicação é <strong>assinada</strong> pelo autor; leitores podem verificar no explorador de blocos.</li>



<li><strong>Resiliência</strong>: posts não somem por quedas de servidor, mudanças de política de plataforma ou “links podres”.</li>



<li><strong>Interoperabilidade</strong>: por usar <strong>JSON + HTML</strong> e <strong>tags de metadados</strong>, outros indexadores e apps conseguem descobrir e compor o conteúdo.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Como o PermaPress se posiciona na Web3?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conteúdo como bem público verificável</strong>: armazenado em rede, acessível por qualquer gateway e com <strong>endereço imutável</strong> (TXID).</li>



<li><strong>Economia clara de publicação</strong>: o estimador expõe o custo por bytes, o criador entende exatamente “o que custa” e por quê.</li>



<li><strong>Camadas de descoberta</strong>: ao publicar o <strong>HTML opcional</strong> com tags adequadas (ex.: <code>App-Name</code>, <code>Site-Id</code>, <code>Title</code>, <code>Slug</code>, <code>Canonical-URL</code>), o conteúdo entra em <strong>ecossistemas de busca</strong> da Permaweb.</li>



<li><strong>Portabilidade</strong>: como os dados ficam on-chain/permaweb, qualquer leitor, feed ou agregador pode reaproveitar os mesmos posts, <strong>sem lock-in</strong>.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Vantagens em relação a blogs tradicionais</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Permanência e verificabilidade</strong> que um CMS hospedado não entrega nativamente.</li>



<li><strong>Independência de plataforma</strong>: troque de frontend quando quiser; o conteúdo permanece.</li>



<li><strong>Simplicidade operacional</strong>: sem banco de dados, backups ou DevOps, a rede faz esse trabalho.</li>



<li><strong>Privacidade operacional</strong>: chave de assinatura fica <strong>apenas</strong> no cliente.</li>



<li><strong>Descoberta ampliada</strong>: a publicação em JSON + HTML, com tags claras, favorece indexadores da Permaweb.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Casos de uso:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Blogs e zines permanentes</strong> de artistas, jornalistas e pesquisadores.</li>



<li><strong>Documentação imutável</strong> (manifestos, whitepapers, atas públicas), entre outros.</li>



<li><strong>Arquivamento de posts importantes</strong> de conteúdo que você <strong>não quer perder</strong> com o tempo.</li>



<li><strong>Catálogos de projetos Web3</strong> cujo histórico precise ser auditável.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto custa? &#8220;É gratuito!&#8221;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Você acessa online em <a href="https://permapress.noradar.com/">permapress.noradar.com</a>, para usar o editor você tem que obter uma chave privada que pode ser gerada em <a href="https://www.wallet.arweave.net.br/">wallet.arweave.net.br</a>, após, carregue a carteira com algum valor da moeda AR que você pode adquirir na <a href="https://accounts.binance.com/pt-BR/register?ref=PS5N8YH5">Binance</a> ou qualquer outra corretora de sua preferência, envie a quantidade de AR desejada para a sua carteira (Chave pública) e pronto, é só começar a usar o PermaPress, cada post custa em média centavos de Reais, que será descontado de sua carteira, a quantidade e tamanho de imagens no post consequentemente aumentam o valor da postagem, mas geralmente fica na casa dos centavos de Reais.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O App <a href="https://permapress.noradar.com">PERMAPRESS</a> foi desenvolvido pela <a href="https://artefinal.net">Arte Final</a>, empresa de tecnologia Web3 brasileira, que opera com sistemas para a internet desde 2000. Recentemente também foi lançado um outro App, o <a href="https://noradar.com">NORADAR</a> com várias ferramentas Web3:<br>&#8211; <strong>Cálculo Dinâmico de Custo</strong>: Nele você tem a possibilidade de saber o valor de custo antes de envir para a rede blockchain Arweave;<br>&#8211; <strong>Certificação blockchain</strong>: Nessa ferramenta você publica os arquivos para serem certificados, como por exemplo certificados de cursos, documentos públicos e privados, entre outros. Assim que publicado na blockchain a ferramenta gera um ID Hash, endereço https e um QRCode;<br>&#8211; <strong>Upload para Permaweb</strong> <strong>(Público e Privado)</strong>: Nele você além de fazer upload de arquivos, envia tanto público como criptografado: imagens, PDFs, áudios, vídeos e htmls para a rede blockchain Arweave; é opcional colocar um título e uma descrição, o qual facilitará de ser encontrado na Permaweb. A opção público fica disponível para todos os usuários da rede Arweave e o privado só você tem acesso, através de uma senha, pois o mesmo ficará criptografado; <br>&#8211; <strong>Meus Arquivos</strong>: Nesse você tem a possibilidade de visualizar todos os seus arquivos que você enviou para a rede blockchain Arweave, na caixa de combo pode escolher a extensão de arquivo que deseja visualizar: imagens, PDFs, áudios, vídeos e htmls. No canto superior esquerdo é possível informar uma carteira de terceiros (chave pública) e visualizar todo o seu conteúdo.<br>&#8211; <strong>Histórico de criptografados</strong>: É possível ver o histórico dos seus arquivos criptografados publicados com senha, tem a opção de excluir do painel de controle, mas não é possível excluir da blockchain;<br>&#8211; <strong>Web capture</strong>: Essa ferramenta é ideal para os criadores e desenvolvedores de sites, os quais após o desenvolvimento das páginas na web2 poderão capturar e enviar para a Permaweb (plataforma da Web3). Primeiramente deve-se colocar o endereço do site: https://www.nomedosite.extensão, também devemos informar o Título; Descrição e Tags, depois carregar a chave pública no botão &#8220;Escolher arquivo&#8221; e clicar em &#8220;Capturar&#8221;. Abaixo vai ser apresentado os custos da Rede e Taxa do sistema e clicar em &#8220;Envir para a Permaweb&#8221;.<br>&#8211; <strong>Explorador Permaweb</strong>: Como um Google da Permaweb, você busca todos os arquivos que foram enviados para a rede Arweave, desde a primeira imagem que foi enviada com sucesso na data de 01/03/2019, 11:31:39, até os arquivos mais recentes, é possível visualizar em tempo real todos os últimos arquivos minerados, imagens, PDFs, HTML, vídeos e áudios.<br>&#8211; <strong>Gerador de QRCode</strong>: É uma ferramenta que gera QRCode a partir de um endereço de link ou hash de transação.<br>&#8211; <strong>Enviar AR</strong>: Tem que fazer o upload da chave privada e colocar o endereço da chave pública para quem se quer enviar o valor na moeda AR;<br>&#8211; <strong>Gerar chave</strong>: Ao solicitar para gerar uma nova chave, vai ser gerado um arquivo que é a chave privada e o endereço que é a chave pública. A primeira (privada) é o arquivo que assina as transações e paga com a moeda AR, por isso a chave privada deve ser bem guardada em local seguro.<br>Já a segunda (pública) serve para receber a criptomoeda AR e também para visualizar todos os arquivos da carteira, com excessão dos arquivos criptografados com senha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tenha um gostinho da Web3 através do <a href="https://www.noradar.com/galeria_permaweb.php">Explorar Permaweb</a>.</p>
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