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		<title>Indígenas cobram que o discurso do governo vire entrega concreta nos territórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 23:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais queixas dos povos indígenas em relação ao governo atual giram em torno de uma ideia central: houve avanços institucionais, mas eles ainda são considerados insuficientes diante da urgência dos territórios e da violência nas comunidades. Na carta do Acampamento Terra Livre 2026 ao Poder Executivo, a entidade afirma que esses avanços “ainda não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As principais queixas dos povos indígenas em relação ao governo atual giram em torno de uma ideia central: <strong>houve avanços institucionais, mas eles ainda são considerados insuficientes diante da urgência dos territórios e da violência nas comunidades</strong>. Na carta do Acampamento Terra Livre 2026 ao Poder Executivo, a entidade afirma que esses avanços “ainda não respondem à urgência histórica” dos povos indígenas.</p>
<h3 class="wp-block-heading">1. Demarcações lentas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A maior cobrança é pela <strong>demarcação de terras indígenas</strong>. No Acampamento Terra Livre de 2026, lideranças cobraram celeridade do presidente Lula e de outras autoridades. A APIB informou que havia apresentado ao governo documentos sobre <strong>107 terras indígenas aptas a avançar na regularização</strong>, mas avaliou que o avanço ainda era pequeno diante do passivo histórico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A InfoAmazonia também apontou que, na Amazônia Legal, <strong>57 terras indígenas ainda aguardavam demarcação</strong>, e quase metade dos processos dependia de declaração do Ministério da Justiça.</p>
<h3 class="wp-block-heading">2. Crítica ao marco temporal</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Outra queixa forte é contra a <strong>Lei do Marco Temporal</strong>, vista por organizações indígenas como ameaça direta às demarcações. O Instituto Socioambiental explicou que o julgamento no STF em 2026 poderia facilitar ou dificultar ainda mais o reconhecimento das terras indígenas nos aspectos jurídico, administrativo, financeiro e político.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os indígenas reclamam que a insegurança jurídica causada pelo marco temporal trava processos, incentiva disputas e aumenta a pressão sobre territórios ainda não regularizados.</p>
<h3 class="wp-block-heading">3. Proteção insuficiente dos territórios</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Além de demarcar, as lideranças cobram <strong>proteção real das terras indígenas</strong>. A carta da APIB ao Executivo fala em aumento de invasões, violência e criminalização de povos, lideranças e organizações indígenas, e diz que a proteção concreta dos territórios ainda precisa ganhar consistência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Isso envolve retirada de invasores, combate ao garimpo ilegal, fiscalização contra madeira ilegal, enfrentamento da grilagem e garantia do uso exclusivo das terras pelos povos indígenas.</p>
<h3 class="wp-block-heading">4. Rejeição à exploração predatória</h3>
<p class="wp-block-paragraph">No ATL 2026, o movimento indígena também condenou a <strong>exploração predatória das terras indígenas</strong>, especialmente projetos ligados à mineração, garimpo, infraestrutura sem consulta adequada e avanço econômico sobre áreas tradicionais. O Instituto Socioambiental registrou que o encerramento do ATL teve esse tema como uma das principais pautas.</p>
<h3 class="wp-block-heading">5. Saúde indígena, especialmente Yanomami</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A crise sanitária Yanomami continua sendo uma das principais cobranças. Em março de 2026, lideranças como Davi Kopenawa e Ailton Krenak, junto com médicos, juristas e indigenistas, enviaram carta aberta ao presidente Lula afirmando que a situação de saúde Yanomami continuava muito grave. A carta citou malária, baixa vacinação, coqueluche, tuberculose e falhas de gestão no atendimento.</p>
<h3 class="wp-block-heading">6. Violência contra lideranças e mulheres indígenas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Durante o ATL 2026, lideranças também denunciaram violência contra comunidades e contra mulheres indígenas. A Agência Brasil registrou fala de Luana Kayngang, da Arpin-Sul, afirmando que mulheres indígenas estavam mais vulneráveis em ataques externos às aldeias.</p>
<h3 class="wp-block-heading">7. Cobrança por orçamento, estrutura e execução</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Outra crítica recorrente é que criar ministério, nomear lideranças e anunciar políticas não basta. As organizações querem <strong>orçamento, equipe, estrutura, presença nos territórios e execução prática</strong>. A carta da APIB afirma que houve reconstrução institucional, mas que a proteção concreta da vida e dos territórios ainda precisa de continuidade e consistência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<p class="wp-block-paragraph">
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