<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Turismo &#8211; Portal BR</title>
	<atom:link href="https://www.portalbr.com.br/categoria/turismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.portalbr.com.br</link>
	<description>Notícias no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Mon, 12 Oct 2026 14:15:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.4</generator>

<image>
	<url>https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/logo-portalbr-com2-150x150.png</url>
	<title>Turismo &#8211; Portal BR</title>
	<link>https://www.portalbr.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Rotas de ecoturismo no Brasil: destinos além de Bonito e Chapada dos Veadeiros</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/rotas-de-ecoturismo-no-brasil-destinos-alem-de-bonito-e-chapada-dos-veadeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 08:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1609</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil tem muito mais a oferecer ao viajante de natureza do que os clássicos Bonito (MS) e Chapada dos Veadeiros (GO). Uma rede crescente de parques nacionais, trilhas de longo curso e experiências conduzidas por comunidades locais vem colocando destinos como a Serra da Ibiapaba, o Vale do Peruaçu, Silves e a Amazônia Atlântica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil tem muito mais a oferecer ao viajante de natureza do que os clássicos Bonito (MS) e Chapada dos Veadeiros (GO). Uma rede crescente de parques nacionais, trilhas de longo curso e experiências conduzidas por comunidades locais vem colocando destinos como a Serra da Ibiapaba, o Vale do Peruaçu, Silves e a Amazônia Atlântica no mapa do ecoturismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério do Turismo e o ICMBio coordenam a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade, que já possui 22 rotas homologadas. A proposta é conectar unidades de conservação, municípios e comunidades, transformando caminhadas em instrumento de conservação e geração de renda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trilhas que atravessam o país</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As trilhas de longo curso são percursos para caminhadas de vários dias, que podem exigir um pernoite ou mais de 28 dias de caminhada, conforme a classificação nacional. Elas conectam paisagens, ecossistemas e comunidades, incentivando modalidades como trekking, cicloturismo e caiaque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>Trilha Transcarioca</strong>, no Rio de Janeiro, é a primeira trilha de longo curso do país. São cerca de 180 km entre a Barra de Guaratiba e o Morro da Urca, passando por praias, florestas, o Corcovado e o Pão de Açúcar, com conexão a nove unidades de conservação.redetrilhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a <strong>Trilha Transmantiqueira</strong> ultrapassa 1.000 km e atravessa mais de 40 municípios em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, integrando mais de 30 unidades de conservação. É uma opção para quem busca montanhas, campos de altitude, vilarejos históricos e hospedagens rurais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Rota</th><th>Região</th><th>Destaque</th></tr></thead><tbody><tr><td>Transcarioca</td><td>Rio de Janeiro (RJ)</td><td>180 km entre Barra de Guaratiba e o Pão de Açúcar </td></tr><tr><td>Transmantiqueira</td><td>SP, MG e RJ</td><td>Mais de 1.000 km e mais de 30 unidades de conservação </td></tr><tr><td>Caminhos da Ibiapaba</td><td>Ceará e Piauí</td><td>180 km por serras, cavernas e sítios arqueológicos </td></tr><tr><td>Amazônia Atlântica</td><td>Pará</td><td>Trilha que conecta floresta, comunidades e unidades de conservação </td></tr><tr><td>Caminho da Fé</td><td>SP e MG</td><td>Rota de peregrinação e caminhada com sinalização a cada 2 km </td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Serra da Ibiapaba: o novo corredor do Nordeste</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o Ceará e o Piauí, os <strong>Caminhos da Ibiapaba</strong> formam uma trilha de 180 km que cruza três biomas, serras, cavernas, sítios arqueológicos e áreas preservadas. O roteiro foi lançado como parte da estratégia de conservação e desenvolvimento local, com participação do Parque Nacional da Serra da Capivara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região combina paisagens de serra, patrimônio arqueológico e comunidades rurais. O modelo prevê que moradores atuem como condutores, anfitriões, cozinheiros e artesãos, ampliando a renda local sem depender apenas de grandes empreendimentos turísticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Amazônia Atlântica e turismo ribeirinho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Pará, a <strong>Trilha Amazônia Atlântica</strong> conecta municípios, unidades de conservação e comunidades por meio de caminhadas de longa distância. A iniciativa conta com ferramentas digitais, formação de moradores e planejamento para que o turismo chegue às comunidades antes da abertura do roteiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, Silves, a cerca de 250 km de Manaus, abriga a Pousada Aldeia dos Lagos, primeiro empreendimento comunitário de ecoturismo da região. A renda é destinada à conservação dos sistemas de lagos e à melhoria da qualidade de vida das comunidades ribeirinhas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Parques e territórios emergentes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Vale do Peruaçu</strong>, em Januária (MG), reúne grutas, cachoeiras e uma rede de iniciativas de turismo sustentável conduzidas com comunidades locais. O projeto busca qualificar organizações comunitárias e orientar visitantes sobre como planejar a viagem de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Cariri cearense, <strong>Nova Olinda</strong> oferece trilhas ecológicas, cicloturismo, gastronomia regional e o Memorial do Homem Kariri, em um território marcado por riqueza geológica, paleontológica e arqueológica. A iniciativa completa três décadas e integra moradores e visitantes em experiências ligadas à cultura e ao meio ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Centro-Oeste, o <strong>Quilombo Kalunga</strong>, em Cavalcante (GO), fica na região da Chapada dos Veadeiros, mas oferece uma experiência distinta do turismo convencional. Reconhecido pela ONU como o primeiro território conservado pela comunidade no Brasil, o quilombo combina história, cultura quilombola e atrativos naturais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Turismo comunitário: quem recebe, quem decide</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo de base comunitária coloca moradores no centro da operação: eles participam da definição dos roteiros, recebem visitantes, compartilham saberes e controlam parte da renda gerada. O Ministério do Turismo define o segmento como uma troca de vivências e experiências entre comunidades e turistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa dormir em hospedagens familiares, contratar guias locais, consumir alimentos da região e comprar artesanato diretamente dos produtores. Segundo o governo, as trilhas fortalecem hospedagem familiar, alimentação, artesanato e serviços de condução turística.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como viajar com responsabilidade</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Contrate condutores e serviços de comunidades locais sempre que possível.</li>



<li>Prefira hospedagens familiares, pousadas comunitárias e restaurantes regionais.</li>



<li>Verifique regras, autorizações e capacidade de visitação dos parques antes de viajar.</li>



<li>Não use fogo, não deixe resíduos e evite alimentar animais silvestres.</li>



<li>Pesquise a melhor época, condição física exigida e segurança da trilha antes de iniciar percursos longos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Tendência: experiência em vez de roteiro pronto</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A demanda por turismo de experiência vem crescendo no Brasil, segundo o Ministério do Turismo. O viajante busca menos apenas paisagens e mais contato com pessoas, saberes e territórios — um movimento que favorece justamente os destinos comunitários e as rotas de longo curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o setor, o desafio é expandir a oferta sem repetir os erros do turismo massificado: preservar trilhas, limitar impactos, garantir segurança e assegurar que a renda fique, em boa medida, com quem vive e conserva o território.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Esportes aquáticos e vento: destinos brasileiros que unem surf, kitesurf e mergulho</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/esportes-aquaticos-e-vento-destinos-brasileiros-que-unem-surf-kitesurf-e-mergulho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 13:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1622</guid>

					<description><![CDATA[O litoral brasileiro reúne alguns dos melhores cenários da América do Sul para quem busca ondas, vento constante e águas com alta visibilidade. Fernando de Noronha, Jericoacoara e Arraial do Cabo são referências em modalidades diferentes — surf, kitesurf e mergulho — e mostram como mar, clima e conservação ambiental moldam experiências esportivas ao longo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O litoral brasileiro reúne alguns dos melhores cenários da América do Sul para quem busca ondas, vento constante e águas com alta visibilidade. Fernando de Noronha, Jericoacoara e Arraial do Cabo são referências em modalidades diferentes — surf, kitesurf e mergulho — e mostram como mar, clima e conservação ambiental moldam experiências esportivas ao longo da costa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que destinos turísticos, os três locais exigem planejamento. As condições variam de acordo com a estação, a força dos ventos, o regime de chuvas, a temperatura da água e as regras de unidades de conservação. Escolher a época certa faz diferença tanto para o desempenho no esporte quanto para a segurança da viagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fernando de Noronha: ondas e vida submarina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando de Noronha é um dos destinos mais completos do país para esportes no mar. O arquipélago, em Pernambuco, concentra picos de surf reconhecidos internacionalmente, águas claras para mergulho e forte controle ambiental sobre a visitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre dezembro e março, o chamado “Mar de Fora” recebe as maiores ondulações. Nesse período, praias como Cacimba do Padre, Boldró e Conceição tornam-se pontos de encontro de surfistas, com ondas que podem alcançar seis metros em dias de swell mais forte. Cacimba do Padre é tradicionalmente palco de competições nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já setembro e outubro costumam ser a janela mais indicada para o mergulho, quando a visibilidade submarina pode chegar a cerca de 50 metros. A combinação de água transparente, formações rochosas e rica fauna marinha permite avistar tartarugas, golfinhos, raias, peixes tropicais e, em determinadas épocas, tubarões.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Modalidade</th><th>Melhor janela em Noronha</th><th>Principais atrativos</th></tr></thead><tbody><tr><td>Surf</td><td>Dezembro a março</td><td>Swells mais fortes, Cacimba do Padre, Boldró e Conceição </td></tr><tr><td>Mergulho</td><td>Setembro e outubro</td><td>Visibilidade que pode alcançar 50 metros </td></tr><tr><td>Snorkel</td><td>Períodos de mar mais calmo</td><td>Piscinas naturais, peixes e tartarugas</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O visitante deve considerar custos e restrições de acesso. O arquipélago possui Taxa de Preservação Ambiental, e diversas trilhas e áreas do Parque Nacional Marinho dependem de agendamento ou exigem acompanhamento de guia credenciado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jericoacoara: o corredor dos ventos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No litoral oeste do Ceará, Jericoacoara é um dos principais polos de kitesurf do Brasil e do mundo. A vila integra o Parque Nacional de Jericoacoara e faz parte de um corredor de vento que também inclui Preá, Guriú, Tatajuba e outros pontos do litoral cearense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A temporada mais confiável vai de julho a janeiro, com maior regularidade entre agosto e dezembro. Os ventos predominantes sopram de leste, leste-sudeste e sudeste, permitindo velejos de freeride, wave riding, downwind e treinos em lagoas de água mais plana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jericoacoara combina mar aberto, com ondas e mar picado, e lagoas próximas, mais adequadas para quem está começando ou quer praticar manobras. Em Preá, os ventos geralmente são mais fortes; em Guriú e Tatajuba, lagoas sazonais oferecem trechos rasos e planos, sempre dependentes do volume de chuva e das condições locais.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Perfil de praticante</th><th>Melhor experiência na região</th></tr></thead><tbody><tr><td>Iniciante</td><td>Aulas em lagoas rasas e áreas indicadas por escolas credenciadas</td></tr><tr><td>Intermediário</td><td>Freeride em Preá e downwinds pela costa cearense</td></tr><tr><td>Avançado</td><td>Mar aberto, ondas, vento forte e percursos de longa distância</td></tr><tr><td>Família e acompanhantes</td><td>Dunas, lagoas, passeios e praias da vila</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A prática comercial de kitesurf e windsurf dentro do Parque Nacional requer registro de operadores junto ao ICMBio. O plano de manejo também estabelece zonas específicas para esportes de vento, banhistas e navegação, tornando essencial contratar escolas regularizadas e respeitar áreas de exclusão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Arraial do Cabo: mergulho em águas frias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, é conhecido pela transparência da água, praias de tons turquesa e pela grande quantidade de pontos de mergulho. O município é considerado um dos principais destinos brasileiros para mergulho recreativo, com mais de 200 pontos catalogados segundo reportagens recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação está na ressurgência: correntes profundas e frias sobem à superfície trazendo nutrientes. O fenômeno ajuda a alimentar a vida marinha e contribui para a água clara, embora também deixe o mar significativamente mais frio do que em outras praias do Sudeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dias favoráveis, a visibilidade pode ficar entre 15 e 20 metros. Mergulhadores encontram cardumes, tartarugas, cavalos-marinhos, raias, tartarugas e formações rochosas, além de naufrágios e costões em diferentes níveis de dificuldade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa temporada e os meses mais secos costumam ser alternativas interessantes para mergulho, porque podem combinar menor movimento, preços mais baixos e boa visibilidade. A ressurgência tende a ficar mais intensa de abril a outubro, mas as condições do mar devem ser verificadas antes de cada saída.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outros destinos para entrar no roteiro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil oferece alternativas para quem quer ampliar o circuito de aventura no mar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte:</strong> ondas consistentes, falésias e passeios de caiaque ou stand up paddle em áreas abrigadas.</li>



<li><strong>Itacaré, na Bahia:</strong> praias de mata atlântica, escolas de surf e ondas para diferentes níveis de experiência.</li>



<li><strong>São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte:</strong> destino de vento regular para kitesurf e windsurf, com clima mais tranquilo do que os grandes polos cearenses.</li>



<li><strong>Ilhabela, em São Paulo:</strong> referência em vela, com enseadas, ilhas e pontos de mergulho, incluindo naufrágios.</li>



<li><strong>Abrolhos, na Bahia:</strong> um dos principais arquipélagos de mergulho do país, especialmente procurado para observação de biodiversidade marinha e, em temporada, baleias-jubarte.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Planejamento e segurança</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esportes aquáticos dependem de condições que podem mudar rapidamente. Antes de entrar no mar, a recomendação é consultar previsão de vento, ondulação, maré, correntes e visibilidade; iniciar atividades com instrutores certificados; e seguir os avisos de guarda-vidas, operadores e órgãos ambientais.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>No surf, respeite a prioridade da onda, conheça o fundo do pico e use equipamento compatível com seu nível técnico.</li>



<li>No kitesurf, evite velejar sozinho, mantenha distância de banhistas e obstáculos e não entre na água com vento offshore sem apoio.</li>



<li>No mergulho, utilize operadora regularizada, respeite os limites da certificação e nunca toque, alimente ou retire organismos marinhos.</li>



<li>Em parques e reservas, leve de volta todo o lixo, siga regras de acesso e não ultrapasse áreas sinalizadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A força desses destinos está justamente na combinação entre esporte e natureza. Preservar recifes, dunas, restingas e vida marinha é condição para que Fernando de Noronha, Jericoacoara e Arraial do Cabo continuem atraindo atletas, visitantes e comunidades que vivem do oceano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo em Santa Catarina: diversidade transforma o estado em destino para o ano inteiro</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-em-santa-catarina-diversidade-transforma-o-estado-em-destino-para-o-ano-inteiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 03:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1497</guid>

					<description><![CDATA[Praias, serras, festas culturais, gastronomia, parques, turismo rural e conexão internacional fazem do território catarinense um dos destinos mais completos do Brasil Santa Catarina reúne, em um território relativamente compacto, praias de águas claras, cidades históricas, cânions, serras, cachoeiras, águas termais, vinícolas, festas tradicionais e comunidades que preservam diferentes heranças culturais. Essa diversidade permite que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Praias, serras, festas culturais, gastronomia, parques, turismo rural e conexão internacional fazem do território catarinense um dos destinos mais completos do Brasil</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina reúne, em um território relativamente compacto, praias de águas claras, cidades históricas, cânions, serras, cachoeiras, águas termais, vinícolas, festas tradicionais e comunidades que preservam diferentes heranças culturais. Essa diversidade permite que o turismo aconteça durante todas as estações, ainda que o verão continue sendo o período de maior movimento em boa parte do litoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado procura consolidar a imagem de destino de quatro estações. A estratégia inclui o turismo de sol e praia, o inverno na Serra Catarinense, as festas culturais do Vale Europeu, os roteiros rurais do Oeste e do Planalto, o enoturismo, a gastronomia e as experiências ligadas à natureza. Em 2026, a Secretaria de Estado do Turismo voltou a apresentar essa variedade como elemento central da promoção catarinense nos mercados nacional e internacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Turismo internacional em crescimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de estrangeiros tornou-se cada vez mais visível em destinos como Florianópolis, Balneário Camboriú, Bombinhas, Itapema, Penha, Garopaba e Imbituba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e junho de 2025, Santa Catarina recebeu <strong>526.703 turistas internacionais</strong>, o maior número já registrado para o período. A proximidade com Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile favorece a chegada de visitantes por rodovias e voos diretos, especialmente durante o verão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão do Aeroporto Internacional de <a href="https://www.listafloripa.com.br">Florianópolis</a> ajudou a fortalecer esse movimento. Em 2025, o terminal recebeu <strong>5,1 milhões de passageiros</strong>, dos quais 1,2 milhão utilizaram voos internacionais. O movimento internacional cresceu 32% em relação ao ano anterior, enquanto o número de voos para outros países aumentou 27%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Florianópolis passou a contar com ligações regulares para Buenos Aires, Santiago, Panamá e Lisboa, além das conexões nacionais. A rota direta com Portugal ampliou a entrada de europeus e passou a ser utilizada pelo governo estadual como ponto de apoio para a promoção de Santa Catarina em novos mercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na temporada de verão de 2024 para 2025, aproximadamente 1,5 milhão de passageiros passaram pelo aeroporto da capital entre dezembro e fevereiro, crescimento de 23% sobre o mesmo período da temporada anterior. O resultado mostra o potencial econômico do turismo, mas também evidencia a pressão exercida sobre estradas, praias, saneamento, transporte e serviços urbanos durante os meses de maior movimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Florianópolis entre natureza, cultura e vida urbana</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Florianópolis é o principal portão de entrada do turismo catarinense. A capital combina praias, dunas, lagoas, trilhas, gastronomia, patrimônio histórico e uma estrutura urbana que recebe tanto viajantes de lazer quanto participantes de congressos, feiras e eventos empresariais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O norte da Ilha concentra praias movimentadas e grandes estruturas de hospedagem. O sul preserva áreas com características rurais, comunidades tradicionais e paisagens naturais. No leste, praias como Joaquina e Mole ganharam reconhecimento pela prática do surfe, enquanto a Lagoa da Conceição reúne esportes, gastronomia e vida noturna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura açoriana permanece presente na pesca artesanal, na arquitetura, nas festas religiosas, no artesanato e na gastronomia baseada em peixes, mariscos e ostras. Santo Antônio de Lisboa, Ribeirão da Ilha e o centro histórico ajudam a mostrar que Florianópolis não se resume às praias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento turístico, entretanto, amplia desafios antigos. Congestionamentos, ocupação urbana, coleta de resíduos, abastecimento de água, saneamento e preservação das áreas naturais tornam-se especialmente sensíveis na alta temporada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um litoral de diferentes experiências</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina possui aproximadamente 500 quilômetros de costa. O Instituto do Meio Ambiente monitora a qualidade da água em 238 pontos, informação fundamental para moradores e turistas que utilizam as praias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Balneário Camboriú destaca-se pela verticalização, pela rede hoteleira, pelo comércio, pela gastronomia e pelos atrativos urbanos. A cidade funciona como centro de uma região turística que inclui Itajaí, Itapema, Porto Belo, Bombinhas e municípios do Vale do Itajaí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bombinhas oferece praias, costões, mirantes, mergulho, passeios náuticos e trilhas. A geografia de península proporciona pequenas baías e diferentes condições de mar em distâncias reduzidas. Entretanto, o município também enfrenta o desafio de administrar um território limitado diante da chegada de milhares de visitantes na temporada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Garopaba e Imbituba combinam praias, surfe, trilhas, lagoas e observação da natureza. Na região, a presença da baleia-franca durante determinados meses criou oportunidades para o turismo de observação, desde que as atividades respeitem regras ambientais e mantenham distância segura dos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No litoral norte, São Francisco do Sul reúne praias e patrimônio histórico. A cidade permite integrar turismo cultural, marítimo e de natureza, enquanto Joinville funciona como importante destino de eventos, negócios, dança, gastronomia e turismo rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Penha tornou-se referência para o turismo familiar e de entretenimento, enquanto Navegantes e Joinville ampliam a conectividade aérea da região. A combinação de aeroportos, rodovias, portos e estruturas de hospedagem torna o litoral norte uma das áreas turísticas mais acessíveis do estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serra Catarinense: frio, paisagens e experiências rurais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando as temperaturas diminuem, a Serra Catarinense ganha protagonismo. Urubici, São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Urupema e Lages atraem visitantes interessados em frio, geada, gastronomia, montanhas, cachoeiras e hospedagens integradas à paisagem rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Serra do Rio do Rastro, com sua estrada sinuosa entre paredões e vales, tornou-se uma das imagens mais conhecidas do estado. Mirantes, cânions, trilhas e rotas de cicloturismo ampliam as possibilidades de permanência do visitante na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo serrano não depende apenas da eventual ocorrência de neve. Vinícolas, pousadas, fazendas, cavalgadas, culinária regional e experiências de natureza permitem movimentar o setor durante diferentes períodos do ano. A política estadual de promoção turística procura justamente reduzir a dependência de acontecimentos climáticos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Joaquim, Urubici e municípios vizinhos consolidam o enoturismo de altitude. As propriedades oferecem visitas guiadas, degustações, harmonizações e contato com o processo de produção. Santa Catarina possui Indicação de Procedência para os Vinhos de Altitude e para os Vales da Uva Goethe, no sul do estado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vale Europeu e as heranças da imigração</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Blumenau, Pomerode, Timbó, Brusque e outras cidades do Vale do Itajaí preservam elementos relacionados à imigração alemã e italiana. Arquitetura enxaimel, festas, música, danças, gastronomia, cervejarias e associações culturais formam a base de parte importante do turismo regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Oktoberfest de Blumenau é o evento mais conhecido, mas o calendário regional inclui festas de Páscoa, celebrações comunitárias, festivais gastronômicos, encontros musicais e eventos relacionados à produção de cerveja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pomerode investe na imagem de cidade cultural, familiar e acolhedora. Museus, propriedades rurais, construções tradicionais, produtos coloniais e eventos como a Osterfest ajudam a distribuir o movimento turístico para além do mês de outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Vale Europeu também se destaca pelo cicloturismo. Os roteiros intermunicipais conectam áreas rurais, pequenas cidades, rios e paisagens agrícolas. Esse modelo favorece pousadas, restaurantes, oficinas, guias, artesãos e produtores familiares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A valorização cultural, porém, exige cuidado para que as tradições não sejam transformadas apenas em cenários comerciais. O turismo sustentável depende da participação das comunidades e da preservação dos conhecimentos, das edificações e das manifestações locais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cânions e turismo de aventura</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No extremo sul, a região conhecida como Caminho dos Cânions do Sul integra municípios catarinenses e gaúchos. Praia Grande tornou-se uma das principais bases para visitas aos cânions, trilhas, passeios de balão e atividades de aventura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região oferece paisagens formadas por paredões, rios, florestas e campos de altitude. A profissionalização dos serviços de guia, a sinalização das trilhas e o acompanhamento das condições meteorológicas são indispensáveis para evitar acidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Laguna acrescenta história, praias, pesca e cultura ao turismo do sul catarinense. A cidade preserva edificações e referências relacionadas à formação política e econômica da região, além da memória de Anita Garibaldi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Vales da Uva Goethe, próximos a Urussanga e outros municípios, unem produção de vinho, gastronomia italiana e turismo rural. O roteiro permite que pequenas propriedades agreguem valor à produção agrícola por meio de visitas, degustações e venda direta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oeste, termas e turismo rural</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Oeste catarinense ainda aparece menos nas campanhas nacionais, mas possui potencial para o turismo rural, gastronômico, religioso, de eventos e de bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chapecó funciona como centro regional para negócios, feiras e eventos. Itá combina águas termais, reservatório, paisagens e estruturas de lazer. Treze Tílias preserva referências da imigração austríaca por meio da arquitetura, escultura, música e gastronomia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Propriedades rurais oferecem contato com a produção de alimentos, hospedagem, cavalgadas, trilhas e refeições coloniais. O turismo pode complementar a renda das famílias sem substituir necessariamente a atividade agrícola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As águas termais também formam um segmento importante. Municípios do Oeste, Meio-Oeste e Vale do Rio do Peixe possuem hotéis, balneários e parques voltados ao descanso, à saúde e ao lazer familiar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gastronomia como atração turística</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A gastronomia catarinense reflete o litoral, a agricultura familiar e as diferentes correntes migratórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Peixes, ostras, camarões e mariscos estão associados ao litoral. No interior, aparecem carnes, queijos, embutidos, cucas, pães, massas, polentas, produtos à base de milho e pratos ligados à tradição tropeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado possui produtos reconhecidos por Indicações Geográficas, entre eles a Linguiça Blumenau, a Maçã Fuji de São Joaquim, o Queijo Artesanal Serrano, a Banana de Corupá, a Cachaça de Luiz Alves e os Vinhos de Altitude. Esses reconhecimentos ajudam a transformar alimentos regionais em experiências turísticas e fortalecem a relação entre produção, território e identidade cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Restaurantes, mercados, feiras, cervejarias, vinícolas e propriedades rurais passaram a integrar os roteiros. Para muitos visitantes, conhecer como um alimento é produzido tornou-se tão importante quanto consumi-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Natureza e conservação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina possui sete parques estaduais, além de unidades municipais, federais e áreas privadas de conservação. Esses territórios protegem restingas, manguezais, florestas, araucárias, dunas, campos e áreas costeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ecoturismo pode financiar atividades locais, estimular a educação ambiental e valorizar áreas protegidas. Entretanto, o excesso de visitantes, o descarte de resíduos, a abertura irregular de trilhas e a circulação sem controle podem degradar justamente os locais que sustentam a atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento turístico precisa ser acompanhado de capacidade de carga, fiscalização, guias qualificados, sinalização e estrutura para coleta de resíduos. Em regiões sensíveis, limitar acessos em determinados períodos pode ser necessário para garantir a conservação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Turismo movimenta uma extensa cadeia econômica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade turística não beneficia apenas hotéis e pousadas. Ela movimenta restaurantes, supermercados, transportes, construção civil, comércio, artesanato, eventos, produção de alimentos, serviços de guia e entretenimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho nacional ajuda a mostrar a força dessa cadeia: o agregado de atividades turísticas do país cresceu 4,6% em 2025, impulsionado por transporte aéreo, hospedagem, reservas, hotéis e serviços de alimentação e eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Santa Catarina, a ampliação da conectividade aérea, o recorde de visitantes estrangeiros e a diversificação dos roteiros criam oportunidades para pequenos negócios. Ao mesmo tempo, exigem qualificação profissional, domínio de idiomas e melhoria dos serviços de informação e atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo em alta: Brasil vive novo momento com recorde de visitantes estrangeiros e força das viagens nacionais</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-em-alta-brasil-vive-novo-momento-com-recorde-de-visitantes-estrangeiros-e-forca-das-viagens-nacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 02:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1455</guid>

					<description><![CDATA[Setor ganha destaque na economia com crescimento do turismo internacional, avanço das viagens curtas dentro do país e valorização de experiências ligadas à natureza, cultura e gastronomia Portal BR – O turismo brasileiro vive um dos seus momentos mais favoráveis dos últimos anos. Depois de fechar 2025 com recorde histórico de visitantes internacionais, o país [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setor ganha destaque na economia com crescimento do turismo internacional, avanço das viagens curtas dentro do país e valorização de experiências ligadas à natureza, cultura e gastronomia</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Portal BR –</strong> O turismo brasileiro vive um dos seus momentos mais favoráveis dos últimos anos. Depois de fechar 2025 com recorde histórico de visitantes internacionais, o país entrou em 2026 mantendo forte presença no mapa dos destinos mais procurados por estrangeiros e também com aumento do interesse dos próprios brasileiros em viajar dentro do território nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Embratur, o Brasil recebeu 9.287.196 turistas estrangeiros em 2025, o maior número da série histórica. O resultado consolidou uma recuperação robusta do setor e mostrou que o país voltou a ganhar competitividade como destino internacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O impacto econômico também foi expressivo. Dados divulgados pela Embratur, com base no Banco Central, apontam que os turistas estrangeiros deixaram US$ 7,8 bilhões na economia brasileira em 2025, o maior valor já registrado. Esse dinheiro movimenta hotéis, restaurantes, transporte, guias turísticos, comércio, eventos, cultura e pequenos empreendimentos locais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, o movimento continuou forte. No primeiro trimestre, o país recebeu cerca de 3,74 milhões de turistas internacionais, mantendo estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior. O destaque ficou para as chegadas por via aérea, que cresceram 19,4%, sinalizando maior conectividade e maior procura por destinos brasileiros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O crescimento não se limita ao público estrangeiro. O turismo interno também aparece como uma das principais tendências do ano. Pesquisa divulgada pela Booking.com e repercutida pelo Panrotas mostra que os brasileiros estão priorizando viagens curtas e domésticas em 2026. Segundo o levantamento, 94% dos entrevistados querem viajar em busca de descanso, enquanto 49% pretendem aumentar as viagens curtas pelo país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa preferência pelas chamadas “microviagens” mostra uma mudança importante no comportamento do turista. Viagens de fim de semana, roteiros próximos, turismo rural, praias regionais, cidades históricas, serras, ecoturismo e gastronomia local ganharam força. Para muitas famílias, viajar dentro do Brasil passou a ser uma alternativa mais acessível diante do custo das passagens internacionais e da pressão no orçamento doméstico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Destinos de natureza seguem entre os grandes atrativos. Amazônia, Pantanal, Chapadas, litoral nordestino, Serra Gaúcha, praias catarinenses, interior de Minas Gerais, cidades históricas e regiões de ecoturismo aparecem como opções cada vez mais valorizadas por turistas que buscam experiências autênticas, contato com a cultura local e roteiros menos padronizados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Embratur também aponta que as tendências do turismo para 2026 incluem uso de tecnologia na personalização de roteiros e valorização de experiências autênticas. Isso significa que o turista não busca apenas hospedagem e transporte, mas também vivências culturais, gastronomia regional, comunidades locais, eventos e histórias ligadas ao território visitado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O bom momento do turismo tem reflexo direto na economia. O setor é intensivo em mão de obra e movimenta desde grandes redes hoteleiras até pequenos negócios familiares. Um visitante que chega a uma cidade consome transporte, alimentação, hospedagem, artesanato, passeios, guias, eventos e serviços. Por isso, o turismo tem capacidade de gerar renda de forma descentralizada, beneficiando capitais, cidades médias e pequenos municípios.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar do cenário positivo, os desafios continuam. Infraestrutura aeroportuária, segurança pública, qualificação profissional, limpeza urbana, sinalização turística, preservação ambiental e promoção internacional são pontos que precisam de atenção permanente. O Brasil tem potencial para crescer muito mais, mas precisa transformar beleza natural e diversidade cultural em produto turístico bem estruturado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio é garantir que o crescimento do turismo seja sustentável. Em destinos de grande procura, o aumento de visitantes exige planejamento para evitar degradação ambiental, pressão sobre comunidades locais e perda de identidade cultural. O turismo moderno precisa gerar renda, mas também preservar aquilo que torna cada destino especial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O destaque atual do turismo brasileiro, portanto, está na combinação entre três forças: recorde de visitantes estrangeiros, crescimento das viagens nacionais e busca por experiências mais autênticas. O Brasil tem natureza, cultura, gastronomia, história e diversidade suficientes para ocupar lugar ainda maior no turismo mundial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com planejamento, segurança, infraestrutura e valorização dos destinos regionais, o setor pode se tornar uma das grandes alavancas econômicas do país nos próximos anos. O turismo não é apenas lazer: é emprego, renda, desenvolvimento local e imagem internacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<hr>
<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/turismo-em-alta-brasil-vive-novo-momento-com-recorde-de-visitantes-estrangeiros-e-forca-das-viagens-nacionais/">https://www.portalbr.com.br/turismo-em-alta-brasil-vive-novo-momento-com-recorde-de-visitantes-estrangeiros-e-forca-das-viagens-nacionais/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo de natureza no Vale do Paranhana ganha força com rios, cascatas, trilhas e aventura</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-de-natureza-no-vale-do-paranhana-ganha-forca-com-rios-cascatas-trilhas-e-aventura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 23:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1430</guid>

					<description><![CDATA[Região formada por Igrejinha, Três Coroas, Taquara, Parobé, Rolante e Riozinho reúne paisagens serranas, esportes de aventura, turismo rural e roteiros de fim de semana. Vale do Paranhana, RS – O turismo de natureza vem se consolidando como uma das principais oportunidades de desenvolvimento para o Vale do Paranhana. Conhecida pela força industrial, pela cultura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Região formada por Igrejinha, Três Coroas, Taquara, Parobé, Rolante e Riozinho reúne paisagens serranas, esportes de aventura, turismo rural e roteiros de fim de semana.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vale do Paranhana, RS</strong> – O turismo de natureza vem se consolidando como uma das principais oportunidades de desenvolvimento para o Vale do Paranhana. Conhecida pela força industrial, pela cultura germânica e por eventos tradicionais, a região também guarda um patrimônio natural de grande valor, formado por rios, morros, cascatas, áreas verdes, estradas rurais e paisagens de transição entre a Região Metropolitana e a Serra Gaúcha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O território reúne municípios como <strong>Igrejinha, Três Coroas, Taquara, Parobé, Rolante e Riozinho</strong>, que compartilham características naturais favoráveis ao ecoturismo, ao turismo rural e às atividades ao ar livre. A combinação entre natureza, gastronomia, cultura local e proximidade com grandes centros urbanos amplia o potencial turístico da região.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos símbolos desse segmento é <strong>Três Coroas</strong>, reconhecida pelas atividades de aventura no Rio Paranhana. O rafting é uma das experiências mais procuradas, especialmente na região do Parque das Laranjeiras, que se tornou referência para visitantes interessados em esporte, contato com a natureza e lazer em família.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além da aventura nas águas, o Vale do Paranhana oferece opções para quem busca contemplação e descanso. Trilhas, mirantes, áreas de mata, propriedades rurais e pequenos roteiros gastronômicos aproximam o visitante da paisagem serrana e do modo de vida do interior.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>Igrejinha</strong>, o turismo de natureza se soma à identidade cultural do município. A cidade, conhecida nacionalmente pela Oktoberfest e pela indústria calçadista, também pode fortalecer roteiros ligados a caminhadas, cicloturismo, turismo rural, gastronomia colonial e visitação a áreas verdes.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rolante e Riozinho</strong> aparecem como destinos com grande potencial para quem procura cascatas, estradas de interior e paisagens mais preservadas. A região é procurada por visitantes interessados em banhos de cachoeira, fotografia, trilhas leves e experiências de fim de semana.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já <strong>Taquara e Parobé</strong> têm localização estratégica, funcionando como portas de entrada para diferentes roteiros regionais. A proximidade com Porto Alegre, Novo Hamburgo, Gramado e Canela permite que o Vale do Paranhana seja explorado tanto em viagens curtas quanto em roteiros integrados com a Serra Gaúcha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do turismo de natureza também movimenta a economia local. Restaurantes, pousadas, guias, produtores rurais, artesãos, transportadores, cafeterias, cervejarias, lojas e pequenos empreendedores podem ser beneficiados com o aumento do fluxo de visitantes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para que esse crescimento seja sustentável, especialistas em turismo defendem planejamento, sinalização, preservação ambiental, capacitação de empreendedores e divulgação integrada entre os municípios. O desafio é transformar os atrativos naturais em produtos turísticos organizados, sem descaracterizar as comunidades e sem degradar o meio ambiente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Vale do Paranhana tem uma vantagem importante: oferece experiências diversas em distâncias curtas. Em um mesmo roteiro, o visitante pode fazer rafting, conhecer cascatas, almoçar em restaurante colonial, visitar centros urbanos, comprar produtos locais e encerrar o dia em uma pousada ou evento cultural.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com natureza abundante, cultura regional e localização privilegiada, o turismo de natureza no Vale do Paranhana tem condições de se tornar uma das grandes marcas da região. Mais do que lazer, ele representa uma alternativa de desenvolvimento, geração de renda e valorização do patrimônio natural gaúcho.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<hr>
<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/turismo-de-natureza-no-vale-do-paranhana-ganha-forca-com-rios-cascatas-trilhas-e-aventura/">https://www.portalbr.com.br/turismo-de-natureza-no-vale-do-paranhana-ganha-forca-com-rios-cascatas-trilhas-e-aventura/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo de aventura cresce no Brasil e transforma natureza em geração de renda</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-de-aventura-cresce-no-brasil-e-transforma-natureza-em-geracao-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1320</guid>

					<description><![CDATA[Trilhas, rafting, mergulho, ciclismo e outras experiências ao ar livre conquistam viajantes, movimentam pequenos negócios e reforçam a necessidade de segurança e preservação ambiental. Por Portal BR — 8 de junho de 2026 O turismo de aventura ganha espaço no Brasil impulsionado pela busca por contato com a natureza, experiências autênticas e atividades realizadas ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trilhas, rafting, mergulho, ciclismo e outras experiências ao ar livre conquistam viajantes, movimentam pequenos negócios e reforçam a necessidade de segurança e preservação ambiental.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Portal BR — 8 de junho de 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo de aventura ganha espaço no Brasil impulsionado pela busca por contato com a natureza, experiências autênticas e atividades realizadas ao ar livre. Com seis biomas, extensa faixa litorânea, rios, serras, cavernas, cânions e cachoeiras, o país reúne condições naturais para desenvolver diferentes modalidades durante praticamente todo o ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levantamento divulgado pelo Ministério do Turismo indica que o segmento já representa <strong>13% da preferência dos viajantes brasileiros</strong>. Entre jovens de 16 a 24 anos, esse percentual chega a 22%, demonstrando uma procura maior das novas gerações por viagens que combinam movimento, descoberta e interação com paisagens naturais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Viagens de aventura movimentam uma ampla cadeia econômica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo de aventura não beneficia apenas as empresas responsáveis pelos passeios. A movimentação alcança hotéis, pousadas, restaurantes, transportadoras, guias, lojas de equipamentos, artesãos, produtores rurais e pequenos comerciantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em destinos localizados fora dos grandes centros urbanos, a chegada de visitantes pode criar alternativas de renda e estimular a permanência das famílias em suas comunidades. O Ministério do Turismo destaca que o segmento gera empregos, valoriza conhecimentos locais e pode contribuir para o desenvolvimento sustentável quando planejado de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do IBGE mostram que o conjunto formado por viagens de natureza, ecoturismo e aventura correspondeu a <strong>25,6% das viagens nacionais de lazer</strong> consideradas na pesquisa sobre turismo. O resultado coloca essas experiências entre as principais motivações dos brasileiros, depois das viagens para praia e dos roteiros culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa apoiada pelo Ministério do Turismo apontou ainda que turismo de natureza e ecoturismo já respondiam por 60% do faturamento das empresas consultadas no setor, enquanto 65,9% delas ofereciam algum produto relacionado a esse segmento. Embora o levantamento reúna atividades mais amplas do que apenas aventura, ele demonstra a força econômica das experiências ligadas ao meio natural.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diversidade de destinos coloca país em posição privilegiada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil oferece desde atividades em águas transparentes até travessias por serras e chapadas. Entre as experiências disponíveis estão caminhadas, cicloturismo, canoagem, rafting, flutuação, mergulho, observação da fauna, arvorismo, rapel e visitas a cavernas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bonito, em Mato Grosso do Sul, tornou-se uma das principais referências nacionais em turismo responsável. O destino reúne flutuação em rios, trilhas, cavernas e reservas naturais, com controle de visitação e participação de empresas locais. A Embratur apresenta a região como exemplo de integração entre aventura, conservação e organização turística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Jalapão, no Tocantins, também se consolidou entre os destinos mais procurados por turistas interessados em natureza. Dados divulgados pelo governo estadual indicam uma média de 116 mil buscas mensais entre maio de 2025 e março de 2026, colocando a região entre os dez destinos de ecoturismo mais pesquisados no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chapada Diamantina, Chapada dos Veadeiros, Serra da Bodoquena, Brotas, Pantanal, Lençóis Maranhenses e áreas de Mata Atlântica também oferecem roteiros que unem aventura, paisagens e contato com comunidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Pantanal, a observação da vida silvestre funciona como importante produto turístico. Safáris fotográficos permitem avistar onças-pintadas, capivaras, araras-azuis e outras espécies, fortalecendo uma economia baseada na manutenção da floresta e das áreas alagadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Turismo internacional amplia oportunidades</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do turismo internacional brasileiro também favorece os roteiros de natureza e aventura. O país recebeu 9,28 milhões de visitantes estrangeiros em 2025, o maior resultado da série histórica. Nos primeiros meses de 2026, o fluxo internacional continuou elevado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, a Embratur passou a intensificar a promoção do Brasil como destino sustentável e de reconexão com a natureza. A estratégia está ligada ao Plano Brasis, que orienta a divulgação internacional por meio de experiências autênticas, diversidade cultural, sustentabilidade e segmentação dos públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação do país em eventos internacionais especializados em aventura procura aproximar destinos brasileiros de operadores estrangeiros. Essa promoção pode ampliar o tempo de permanência dos visitantes e distribuir a receita para regiões que não fazem parte dos circuitos turísticos mais tradicionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança precisa acompanhar o crescimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Atividades de aventura envolvem riscos que devem ser identificados e controlados. A responsabilidade começa pela escolha de empresas regularizadas, profissionais capacitados, equipamentos adequados e roteiros compatíveis com as condições físicas e a experiência de cada participante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro de 2026, o Ministério do Turismo aprovou o detalhamento do Programa de Segurança Turística, vinculado ao Plano Nacional de Turismo 2024–2027. A iniciativa estabelece objetivos e metas para fortalecer a prevenção, a proteção dos viajantes e a preparação dos destinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No turismo de aventura, normas técnicas tratam de gestão de segurança e das informações que devem ser fornecidas aos participantes. As empresas precisam comunicar características do roteiro, limitações, equipamentos necessários, riscos previsíveis e procedimentos de emergência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de contratar uma atividade, o viajante deve verificar se a empresa possui cadastro no Cadastur quando a atividade exigir registro, se fornece equipamentos em boas condições e se apresenta orientações claras. Crianças, adolescentes, idosos e pessoas com condições específicas de saúde precisam de atividades adequadas ao seu perfil e acompanhamento responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante respeitar alertas meteorológicos, regras das unidades de conservação e decisões dos condutores. Chuvas intensas podem aumentar rapidamente o nível de rios, tornar trilhas escorregadias e provocar riscos em cavernas, cânions e cachoeiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preservação ambiental é parte da experiência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo de aventura depende diretamente da conservação da paisagem. Rios poluídos, trilhas degradadas, desmatamento e descarte de resíduos reduzem a qualidade dos atrativos e podem comprometer a economia local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade estimula o turismo em áreas naturais e procura gerar emprego e renda para as comunidades próximas aos percursos. Ao mesmo tempo, as trilhas podem contribuir para conectar áreas protegidas e ampliar a educação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar impactos, os destinos precisam controlar a quantidade de visitantes, sinalizar percursos, orientar sobre resíduos, proteger nascentes e recuperar áreas degradadas. O turista também deve seguir os caminhos autorizados, não alimentar animais e levar de volta tudo o que carregar para o ambiente natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando bem administrada, a atividade cria valor econômico para a floresta preservada, para os rios limpos e para a biodiversidade viva. A receita gerada pode financiar conservação, qualificação profissional e melhoria dos serviços turísticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunidades devem participar dos benefícios</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento do turismo de aventura será mais sustentável quando moradores locais participarem do planejamento e da operação dos roteiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guias comunitários, hospedagens familiares, restaurantes, produção de alimentos, artesanato e transporte regional ajudam a manter a renda no próprio território. O visitante também recebe uma experiência mais completa ao conhecer histórias, conhecimentos e modos de vida associados à paisagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação comunitária evita que os destinos sejam tratados apenas como cenários para fotografias. Natureza, cultura e população fazem parte de um mesmo território e precisam ser valorizadas conjuntamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aventura acessível amplia inclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Outro desafio é tornar as experiências mais acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Adaptações em trilhas, equipamentos, transporte e comunicação podem permitir que novos públicos tenham contato com atividades de natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Materiais de boas práticas produzidos em parceria com o Ministério do Turismo orientam empresas e profissionais a adaptar operações e promover atendimento inclusivo. A acessibilidade deve ser planejada desde o início, e não tratada como uma medida posterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perspectivas para o setor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da procura por viagens ao ar livre cria oportunidades para municípios que possuem patrimônio natural, mas ainda recebem poucos visitantes. Para aproveitar esse potencial, não basta divulgar cachoeiras ou trilhas nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São necessários planejamento, capacitação, infraestrutura, conectividade, saneamento, fiscalização e protocolos de segurança. O aumento desordenado da visitação pode provocar acidentes, degradar os atrativos e gerar conflitos com as comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste 8 de junho, o turismo de aventura apresenta-se como um segmento estratégico para a economia brasileira. Ao combinar conservação, atividade física, cultura local e geração de renda, o setor pode levar desenvolvimento para diferentes regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro dessa atividade dependerá do equilíbrio entre emoção e responsabilidade. A verdadeira aventura não está em ignorar riscos ou ultrapassar limites, mas em conhecer a diversidade brasileira de maneira segura, consciente e respeitosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo injeta US$ 4 bilhões na economia brasileira e festas juninas aquecem destinos em junho</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-injeta-us-4-bilhoes-na-economia-brasileira-e-festas-juninas-aquecem-destinos-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 20:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1294</guid>

					<description><![CDATA[Entrada de visitantes estrangeiros, movimentação dos aeroportos e grandes celebrações de São João fortalecem hotéis, restaurantes e comércio. Indicadores do IBGE, porém, mostram que o setor ainda enfrenta oscilações. Por Portal BR — 6 de junho de 2026 O turismo brasileiro entra no mês de junho como uma das atividades com maior potencial de movimentação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entrada de visitantes estrangeiros, movimentação dos aeroportos e grandes celebrações de São João fortalecem hotéis, restaurantes e comércio. Indicadores do IBGE, porém, mostram que o setor ainda enfrenta oscilações.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Portal BR — 6 de junho de 2026</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O turismo brasileiro entra no mês de junho como uma das atividades com maior potencial de movimentação econômica no país. A chegada de visitantes estrangeiros, o aumento da circulação nos aeroportos e o início das festas juninas devem impulsionar hotéis, restaurantes, empresas de transporte, agências de viagens, comércio e serviços culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e abril de 2026, turistas internacionais deixaram aproximadamente <strong>US$ 4 bilhões no Brasil</strong>, crescimento de 8,1% em relação aos US$ 3,7 bilhões registrados no mesmo período de 2025. Apenas em abril, os gastos dos visitantes estrangeiros somaram US$ 837,2 milhões. Os dados sobre a entrada de divisas foram divulgados pelo Banco Central e reunidos pela Embratur.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado mostra que o visitante estrangeiro não movimenta somente os principais hotéis e pontos turísticos. Os recursos também chegam a restaurantes, aplicativos e empresas de transporte, guias, artesãos, produtores culturais e pequenos comerciantes localizados nos destinos visitados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil recebeu 4,3 milhões de estrangeiros em quatro meses</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos quatro primeiros meses deste ano, o Brasil contabilizou <strong>4.333.423 chegadas internacionais</strong>, alcançando o segundo melhor resultado da série histórica para o período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente no primeiro trimestre foram registradas 3,742 milhões de chegadas. Em março, mais de 1,05 milhão de estrangeiros entrou no país, número 13% superior ao observado no mesmo mês do ano passado. Argentina, Chile, Estados Unidos, Uruguai, Paraguai e Portugal estavam entre os principais países de origem dos visitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná concentraram grande parte dessa movimentação. O resultado favorece destinos de praia, natureza e cultura, mas também beneficia o turismo de negócios, de eventos e de compras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A receita gerada pelos estrangeiros é especialmente importante porque representa a entrada de recursos de outros países na economia nacional. Quanto maior for o tempo de permanência e a diversidade dos destinos visitados, maior tende a ser a distribuição desse dinheiro entre empresas e trabalhadores locais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aeroportos registram maior circulação de passageiros</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão do turismo também pode ser observada no movimento dos aeroportos. Nos dois primeiros meses de 2026, foram transportados <strong>22,9 milhões de passageiros</strong> em voos domésticos e internacionais, crescimento de 10,1% em comparação com o primeiro bimestre de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi o melhor resultado para os dois primeiros meses de um ano na série histórica de 25 anos acompanhada pela Agência Nacional de Aviação Civil. Desse total, mais de 5,7 milhões de passageiros utilizaram voos entre o Brasil e outros países, alta de 14,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior conectividade aérea pode ampliar a competitividade dos destinos brasileiros, principalmente quando novas rotas aproximam cidades do interior dos grandes centros emissores de turistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o preço das passagens continua sendo um dos principais fatores considerados pelas famílias antes de uma viagem. Juros elevados, custos operacionais das companhias e variações nos preços dos combustíveis podem limitar a expansão do turismo doméstico, especialmente entre consumidores de menor renda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Festas juninas transformam cultura em renda</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Neste começo de junho, as festas de São João assumem papel central na economia do turismo. Centenas de municípios brasileiros organizam eventos que atraem visitantes, ampliam a ocupação dos meios de hospedagem e criam oportunidades temporárias de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A movimentação beneficia desde grandes redes hoteleiras até pousadas familiares, vendedores ambulantes, restaurantes, motoristas, costureiras, músicos, técnicos, montadores de estruturas e produtores de alimentos típicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Campina Grande, na Paraíba, a expectativa é que a programação junina movimente mais de <strong>R$ 800 milhões</strong> na economia local. O evento, que segue até 5 de julho, poderá receber público superior a 3,5 milhões de pessoas, segundo estimativa municipal divulgada pelo Ministério do Turismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Petrolina, Pernambuco, a projeção é de aproximadamente R$ 350 milhões em movimentação econômica e da criação de 20 mil postos de trabalho associados às festividades. Já Caruaru distribui sua programação por diferentes polos nas áreas urbana e rural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As celebrações também ajudam a preservar manifestações culturais, danças, músicas, culinária e conhecimentos tradicionais. Dessa forma, o patrimônio cultural passa a funcionar como elemento de identidade e como ativo capaz de gerar renda para as comunidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Junho amplia procura por viagens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos festejos juninos, o mês reúne eventos culturais, religiosos, esportivos e profissionais em diferentes regiões do país. O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, também costuma estimular viagens de curta duração para destinos de praia, serra, ecoturismo e turismo urbano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse tipo de deslocamento favorece cidades próximas dos grandes centros, pois muitos viajantes procuram experiências que possam ser realizadas em um fim de semana. Pequenos municípios com boa gastronomia, patrimônio histórico, natureza e hospedagem estruturada podem aproveitar esse movimento para diversificar suas economias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento das viagens regionais também abre espaço para roteiros integrados, nos quais diferentes cidades apresentam seus atrativos como parte de uma mesma experiência. Essa estratégia pode aumentar a permanência do visitante e distribuir os gastos por um território mais amplo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indicadores mostram oscilação no mercado interno</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos resultados positivos do turismo internacional, os dados mais recentes do IBGE mostram que o mercado interno ainda apresenta instabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em março, o índice de atividades turísticas caiu <strong>4% em relação a fevereiro</strong>, acumulando perda de 5,4% em dois meses. Na comparação com março de 2025, houve retração de 3,9%, influenciada principalmente pelo desempenho do transporte aéreo de passageiros, dos hotéis e da locação de automóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a queda mensal, o segmento permanecia 6,5% acima do nível de fevereiro de 2020, período imediatamente anterior à pandemia. No acumulado do primeiro trimestre de 2026, as atividades turísticas cresceram 0,9% em relação aos três primeiros meses do ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números revelam um cenário de contraste: enquanto a entrada de estrangeiros e de recursos internacionais está forte, parte das atividades direcionadas ao consumidor brasileiro enfrenta oscilações relacionadas à renda, aos custos das viagens e ao calendário sazonal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma nova divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços, com os dados referentes a abril, está prevista para <strong>11 de junho</strong> e deverá indicar se o setor iniciou o segundo trimestre em recuperação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Turismo movimenta uma extensa cadeia produtiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A importância econômica do turismo vai além das empresas diretamente associadas às viagens. Uma hospedagem ocupada demanda alimentos, lavanderia, manutenção, energia, serviços digitais e profissionais de atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um evento cultural também contrata artistas, equipes de segurança, produtores, fotógrafos, empresas de publicidade e fornecedores de equipamentos. O dinheiro gasto pelo turista circula entre diferentes negócios e pode permanecer na própria comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, destinos que investem em infraestrutura, acessibilidade, segurança, preservação ambiental, capacitação profissional e divulgação têm maiores condições de transformar visitantes em desenvolvimento econômico permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio brasileiro é ampliar a permanência média dos turistas, estimular a visitação fora das temporadas tradicionais e distribuir melhor o fluxo entre as diferentes regiões do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perspectivas para o restante de 2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do turismo internacional e da aviação indicam que o Brasil permanece atraente para viajantes nacionais e estrangeiros. A diversidade cultural, as paisagens naturais e o calendário de grandes eventos oferecem condições para a continuidade do crescimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a consolidação desse movimento dependerá de preços competitivos, qualidade dos serviços, conectividade aérea e rodoviária, segurança e conservação dos destinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sábado, 6 de junho, o começo das festas juninas coloca o turismo novamente no centro da economia de centenas de municípios. Mais do que entretenimento, as celebrações representam emprego, faturamento e oportunidades para pequenos empreendedores que dependem diretamente da circulação de visitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Centro Histórico de Salvador – Pelourinho</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/centro-historico-de-salvador-pelourinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 16:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=1140</guid>

					<description><![CDATA[História viva, barroco dourado e um cartão-postal que move a economia soteropolitana. Primeira capital do Brasil e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985, Salvador guarda no seu Centro Histórico, em especial no Pelourinho, um dos conjuntos coloniais mais importantes das Américas. O traçado do século XVI, a densidade de igrejas, sobrados e largos e a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>História viva, barroco dourado e um cartão-postal que move a economia soteropolitana.</strong></p>
<p><strong>Primeira capital do Brasil e Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985</strong>, Salvador guarda no seu Centro Histórico, em especial no <strong>Pelourinho</strong>, um dos conjuntos coloniais mais importantes das Américas. O traçado do século XVI, a densidade de igrejas, sobrados e largos e a homogeneidade arquitetônica explicam o título e o fascínio que o lugar exerce sobre visitantes do mundo inteiro.</p>
<h3>Como o Pelourinho nasceu e virou símbolo</h3>
<p>Surgido com a fundação da cidade, o “Pelô” concentrou poder civil, militar e religioso em ruas estreitas e em aclive, conectando a Cidade Alta (administração e templos) à Cidade Baixa (porto e comércio). A paisagem urbana preservada — com casas coloridas, igrejas barrocas e largos — sintetiza o encontro de matrizes europeias, africanas e indígenas que moldaram a Bahia e o Brasil.</p>
<h3>O que ver: atrações imperdíveis</h3>
<p><strong>Igreja e Convento de São Francisco</strong> &#8211; ápice do barroco luso-brasileiro, com talha dourada exuberante e azulejaria do século XVIII. Fica no Terreiro de Jesus e é tombada pelo IPHAN.<br />Salvador da Bahia</p>
<p><strong>Fundação Casa de Jorge Amado</strong> &#8211; nos casarões nº 49/51 do Largo do Pelourinho, mantém acervo, exposições e atividades ligadas à obra do escritor baiano.<br />Jorge Amado</p>
<p><strong>Museu Afro-Brasileiro (MAFRO/UFBA)</strong> &#8211; acervo com mais de 1.100 peças que iluminam a herança africana e afro-brasileira na cultura baiana.<br />mafro.ceao.ufba.br</p>
<p><strong>Catedral Basílica, Igreja do Rosário dos Pretos e outros templos</strong> = um passeio pela história da arte sacra no Brasil. (Panorama arquitetônico do Centro Histórico.)<br />Wikipedia</p>
<p><strong>Elevador Lacerda + Mercado Modelo</strong> &#8211; desça da Praça Tomé de Sousa à Cidade Baixa pelo primeiro elevador urbano do mundo (inaugurado em 1873) e atravesse a rua até o mercado inaugurado em 1912, hoje um dos maiores centros de artesanato do país.</p>
<p><strong>Terça da Benção (Pelourinho)</strong> &#8211; noites de terça com programação musical e cultural (Olodum e outras atrações) animam os largos históricos.</p>
<h3>Por que o Pelourinho é importante para a economia local</h3>
<p>O Centro Histórico é âncora do turismo de Salvador, porta de entrada para cultura, gastronomia e eventos, e ajuda a movimentar hotéis, bares, restaurantes, comércio e economia criativa. Na alta temporada 2024/2025, a Bahia recebeu 9,4 milhões de turistas, que injetaram R$ 23,7 bilhões na economia; Salvador puxou boa parte desse fluxo ao longo do ano, com números recordes de visitantes. (Inferência: o Pelourinho, como principal cartão-postal urbano, é um dos polos que capturam essa demanda.)</p>
<h3>Dicas práticas para sua visita</h3>
<p><strong>Quando ir:</strong> Manhã e fim de tarde rendem melhor luz para fotos e temperaturas mais amenas. Para vivência cultural, terças-feiras costumam ter programação extra (“Terça da Benção”).</p>
<p>Roteiro clássico (½ dia a 1 dia): Terreiro de Jesus → São Francisco → Pelourinho/Largo do Pelourinho (Casa de Jorge Amado) → descida pelo Elevador Lacerda → Mercado Modelo (artesanato e almoço) → pôr do sol na Cidade Alta.</p>
<p>Calçados &amp; terreno: Ruas em aclive e paralelepípedos: vá de tênis/sapato confortável. (Caracterização do bairro histórico.)</p>
<p>Vestimenta para templos: Roupas adequadas (ombros cobertos) e silêncio nos horários de culto.</p>
<p>Segurança: Como em qualquer centro turístico movimentado, atenção com pertences; prefira vias principais e evite ruas muito vazias à noite. (Recomendação geral de viagem.)</p>
<p>Ingressos &amp; horários: Algumas atrações cobram entrada e têm horários próprios; confira nos canais oficiais (ex.: São Francisco, museus, fundações) antes de ir.</p>
<h3>Curiosidades para enriquecer o passeio</h3>
<p>A dupla cidade (Alta/Baixa) &#8211; Solução urbanística característica de Salvador, conectada pelo Elevador Lacerda, hoje ícone da cidade.</p>
<p>Pelourinho nas artes &#8211; Cenário de obras de Jorge Amado e palco constante de música, dança e manifestações afro-baianas que projetam Salvador internacionalmente.</p>
<p>Serviço rápido (links úteis)</p>
<p><a href="https://whc.unesco.org/en/list/309/?utm_source=chatgpt.com">UNESCO</a> &#8211; Centro Histórico de Salvador (contexto e critérios do tombamento).<br />Centro do Patrimônio Mundial da UNESCO</p>
<p><a href="https://www.salvadordabahia.com/en/?utm_source=chatgpt.com">Visite Salvador</a> &#8211; Páginas oficiais de atrações e agenda cultural.<br />Salvador da Bahia</p>
<p><a href="https://www.jorgeamado.org.br/?utm_source=chatgpt.com">Fundação Casa de Jorge Amado</a> – Informações de visitação no Largo do Pelourinho.</p>


<p class="wp-block-paragraph"><em>Redação Portal BR</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cafeterias icônicas do Brasil</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/cafeterias-iconicas-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 02:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=924</guid>

					<description><![CDATA[As cafeterias no Brasil desempenham um papel icônico na cultura e na vida cotidiana dos brasileiros. Esses espaços oferecem muito mais do que apenas café; eles são locais de encontro, conversa, relaxamento e apreciação da vida. Desde as movimentadas ruas de São Paulo até as pitorescas cidades históricas do Rio Grande do Sul, as cafeterias [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cafeterias no Brasil desempenham um papel icônico na cultura e na vida cotidiana dos brasileiros. Esses espaços oferecem muito mais do que apenas café; eles são locais de encontro, conversa, relaxamento e apreciação da vida.</p>
<p>Desde as movimentadas ruas de São Paulo até as pitorescas cidades históricas do Rio Grande do Sul, as cafeterias do Brasil refletem a diversidade e a riqueza cultural do país. Aqui apresentaremos três icônicas cafeterias do Brasil, escolhidas pela sua fundação, valor cultural e histórico.</p>
</p>
<h2><strong>Café Girondino &#8211; São Paulo/SP</strong></h2>


<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="760" height="755" src="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-girondino2.png" alt="" class="wp-image-926" srcset="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-girondino2.png 760w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-girondino2-300x298.png 300w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-girondino2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>


<p>Em meio a uma época de insuperável glamour, com a explosão da febre cafeeira e com a festejada estréia da primeira linha de bonde elétrico na cidade de São Paulo, começaram a proliferar os cafés nas charutarias, os novos hotéis, os primeiros restaurantes e as confeitarias no início do século XX.</p>
<p>Entre os lugares preferidos daqueles que chegavam de fora estavam o Grande Hotel D’Oeste, Hotel Rotisserie Sportsman, Hotel de França, o Grande Hotel Paulista e ainda os primeiros restaurantes de São Paulo como Estação da Luz, Estação do Norte, Restaurante do Teatro e Restaurante do Jardim.</p>
<p>Neste movimentado cenário, um café destacou-se especialmente: O Café Girondino, onde, nas últimas décadas do século XIX, os românticos tilburis e os clássicos bondinhos a burro ainda tinham os seus pontos bem ali em frente, o Girondino era um dos mais afamados, por ser uma espécie de “bas fond” central onde se misturavam fregueses com a fina nata de bacharéis chamados “rapazes paulistas”.</p>
<p>O Café Girondino é a cafeteria mais antiga da capital paulista, e faz parte da história de São Paulo, localizado na rua Boa Vista, 365, é um dos cafés mais tradicionais da cidade, em atividade desde 1875. Por ser no centro histórico e comercial de São Paulo, a casa recebe profissionais liberais, seja para reuniões informais, almoços de negócios ou para quem busca um lugar tranquilo para trabalho remoto. Este verdadeiro ícone paulistano ainda conta com uma vista privilegiada do Mosteiro de São Bento. Rede social: <a href="https://www.instagram.com/cafegirondino" target="_blank" rel="noopener">www.instagram.com/cafegirondino</a></p>
<h2><strong>Café Colombo &#8211; Rio de Janeiro/RJ</strong></h2>


<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-927" srcset="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-1024x768.jpg 1024w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-300x225.jpg 300w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-768x576.jpg 768w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-640x480.jpg 640w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo-480x360.jpg 480w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafeteria-colombo.jpg 1360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<p>A confeitaria Colombo foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão, tendo um extenso rol de clientes célebres da sociedade brasileira.</p>
<p>Sua arquitetura e ambiente permitem ter uma ideia de como teria sido a Belle Époque na então capital da República. Entre 1912 e 1918, os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos de Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.</p>
<p>Por mais de um século a Confeitaria Colombo é uma das mais respeitadas casas comerciais do país. Hoje é patrimônio cultural e artístico da cidade, não se pode contar a história da Confeitaria Colombo sem associá-la a história urbana do Rio de Janeiro. Está localizada na rua Gonçalves Dias, 32, Centro do Rio de Janeiro. Site: <a href="https://www.confeitariacolombo.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.confeitariacolombo.com.br</a></p>
<h2><strong>Café Aquários &#8211; Pelotas/RS</strong></h2>


<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="640" src="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-aquarios-1024x640.png" alt="" class="wp-image-928" srcset="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-aquarios-1024x640.png 1024w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-aquarios-300x188.png 300w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-aquarios-768x480.png 768w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cafe-aquarios.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>


<p>O Café Aquários está localizado no coração de Pelotas, rua XV de Novembro, 602,  é o icônico ponto de encontro na cidade para tomar um cafezinho, conversar, fazer um lanche ou almoçar, é parte integrande do patrimônio histórico e cultural de Pelotas, também conhecido pela sua completa e famosa tabacaria, com produtos nacionais e importados.</p>
<p>Em 1942 tinha o nome de Café Nacional, e já era um tradicional café da cidade de Pelotas, onde vários homens de negócios se encontravam para negociar terras e gado. Naquela época, há mais de 50 anos, as transações de bens eram feitas com menos formalidades e o negócio era realizado no fio do “bigode”. Enquanto se conversava entre um cafezinho e outro, negócios se realizavam.</p>
<p>Posteriormente, a Torrefadora de Café 35 assume as atividades do Café Nacional, e este passa-se a chamar Café 35. Em 1970, o Café 35 é vendido, passando-se a chamar Café Aquários, recebendo esta denominação em razão das grandes aberturas envidraçadas que o estabelecimento possui. Naquela época, prédios com grandes aberturas envidraçadas eram raros, e os pelotenses que circulavam pela esquina da rua XV de Novembro com a rua 7 de Setembro podiam observar a movimentação dos clientes no interior do Café.</p>
<p>Com o decorrer dos anos, o Café Aquários passa a receber diversos tipos de públicos, e não mais, predominantemente, negociantes. A diversidade de pessoas que passa a frequentar o Café Aquários dá um ar mais democrático ao tradicional ponto de encontro dos pelotenses.<br />Site: <a href="https://www.cafeaquarios.com.br" target="_blank" rel="noopener">www.cafeaquarios.com.br</a></p>
<p>Essas são algumas das muitas cafeterias icônicas espalhadas pelo Brasil, cada uma oferecendo uma experiência única, mas todas compartilham o mesmo objetivo: proporcionar momentos de prazer e conexão em torno de uma boa xícara de café.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turismo no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/turismo-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Apr 2024 06:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.portalbr.com.br/?p=555</guid>

					<description><![CDATA[Desfrute de uma excursão em pequenos grupos para visitar os marcos mais emblemáticos do Rio de Janeiro. Primeiro visite a estátua do Cristo Redentor no início da manhã e depois suba de teleférico até o topo do Pão de Açúcar para desfrutar de vistas deslumbrantes. Seu passeio inclui transporte, guia profissional e todas as taxas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desfrute de uma excursão em pequenos grupos para visitar os marcos mais emblemáticos do Rio de Janeiro. Primeiro visite a estátua do Cristo Redentor no início da manhã e depois suba de teleférico até o topo do Pão de Açúcar para desfrutar de vistas deslumbrantes. Seu passeio inclui transporte, guia profissional e todas as taxas de entrada.</p>
<p>Também temos a opção de fazer esta visita guiada sem a inclusão dos ingressos. Eles podem ser adquiridos diretamente no local.</p>
<p>Se preferir aproveitar a manhã relaxando no Hotel, ou na praia, confira nossa opção de passeio à tarde.</p>
<p>O que está incluído?</p>
<p>Opcional: Ingressos ao Cristo Redentor e ao Complexo Pão de Açúcar (teleférico)<br />Guia turístico bilíngue certificado<br />Recolha e entrega no hotel &#8211; hotéis selecionados no Leblon, Ipanema e Copacabana<br />Transporte em Van Deluxe com motorista</p>
<p>O que não está incluído</p>
<p>Bebidas e comida<br />Os ingressos podem ser excluídos dependendo da opção escolhida<br />Todos os ingressos custarão cerca de R$ 200,00 (cerca de US$ 40,00)</p>
<p>Informações adicionais</p>
<p>A coleta começa 30 minutos antes do passeio. Para o passeio da manhã será entre 7h00 e 7h30, para o passeio da tarde será entre 13h30 e 14h00, dependendo do trânsito.</p>
<p>Cada hotel tem um horário específico de acordo com sua localização. Entre em contato conosco para saber o horário exato.</p>
<p>Importante: por questões operacionais nossa retirada acontece apenas em hotéis selecionados nos bairros de Copacabana, Leme, Ipanema e Leblon.</p>
<p>Se o seu hotel não estiver na lista, entre em contato conosco para que possamos ajudá-lo a encontrar o ponto de embarque mais próximo.</p>
<p>Acessível a cadeiras de rodas</p>
<p>Bebês e crianças pequenas podem andar em carrinhos de bebê ou carrinhos de bebê</p>
<p>Os bebês são obrigados a sentar no colo de um adulto</p>
<p>As opções de transporte são acessíveis para cadeiras de rodas</p>
<p>Adequado para todos os níveis de aptidão física</p>
<p>Este passeio está disponível duas vezes ao dia: de manhã cedo ou à tarde. Por favor, escolha o melhor horário para você.</p>
<p>Nota importante: durante os meses de dezembro a março, considerados alta temporada, reserve mais tempo para um passeio completo. Mesmo fazendo o possível para evitar filas, às vezes o passeio se estende e leva mais de 5 horas para terminar.</p>
<p>Lembre-se de levar seu ingresso com você para a atração.</p>
<p>Observe que as operadoras podem realizar cancelamentos devido a imprevistos.</p>
<p>Você precisa ter no mínimo 18 anos para reservar ou estar na companhia de um adulto.</p>
<p>Operado por: Operadora Carioca Tropical Tour</p>
<p>Informações sobre o itinerário<br />Duração: 5 horas</p>
<p>Passagem por: Praia de Copacabana<br />Após a retirada iniciaremos o passeio pela Praia de Copacabana, uma das praias mais famosas do mundo.</p>
<p>Passagem por: Praia de Botafogo<br />Botafogo é um bairro à beira-mar no Rio de Janeiro. É uma comunidade majoritariamente de classe média alta e pequeno comércio, e está localizada entre os morros do Mundo Novo, Dona Marta (que a separa de Laranjeiras) e São João (que a separa de Copacabana).</p>


<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="800" src="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cristo-redentor.jpg" alt="" class="wp-image-557" srcset="https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cristo-redentor.jpg 1200w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cristo-redentor-300x200.jpg 300w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cristo-redentor-1024x683.jpg 1024w, https://www.portalbr.com.br/wp-content/uploads/2024/04/cristo-redentor-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></figure>


<p>Parada em: Corcovado &#8211; Cristo Redentor<br />O que não está incluído?<br />Entrada não incluída<br />Do alto do Morro do Corcovado você poderá admirar a estátua do Cristo Redentor, que tem 38m de altura e foi feita em concreto armado revestido por um mosaico de milhares de telhas triangulares de pedra-sabão, e também terá a oportunidade de ver algumas das mais belas vistas da cidade.</p>
<p>Parada em: Mirante Dona Marta<br />Entrada grátis<br />Somente em caso de pouca visibilidade no cume do Corcovado, faremos uma parada alternativa no Mirante Dona Marta que oferece uma das vistas mais incríveis da cidade, garantindo o título de um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro. . De lá é possível avistar o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, o Maracanã, a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas.</p>
<p>Passagem por: Praça do Boticário<br />O Largo do Boticário é uma praça do bairro Cosme Velho, na cidade do Rio de Janeiro. A área é caracterizada por grandes casas neocoloniais e vegetação de Mata Atlântica.</p>
<p>Parada em: Pão de Açúcar<br />O que não está incluído?<br />Entrada não incluída<br />Chegaremos ao topo em duas etapas de teleférico. O primeiro levará você ao Morro da Urca, a 220 metros de altura do nível do mar, onde você já terá excelentes vistas da Baía de Guanabara. De lá, depois de apreciar um pouco a vista, pegaremos o segundo teleférico até o topo do Pão de Açúcar, a 396 metros acima do nível do mar. Lá de cima você terá a oportunidade de ver as vistas mais deslumbrantes do Rio de Janeiro e com certeza entenderá porque todo mundo diz que o Rio é “A cidade maravilhosa”</p>
<p>Passagem por: Praia de Ipanema<br />Ipanema é um bairro localizado na Zona Sul, entre o Leblon e o Arpoador. A praia de Ipanema ficou conhecida internacionalmente com a popularidade do jazz bossa nova, &#8220;A Garota de Ipanema&#8221; (&#8220;Garota de Ipanema&#8221;), de autoria de Antônio Carlos Jobim e Vinícius de Moraes.</p>
<p>Passagem por: Praia do Leblon<br />Separado de seu vizinho mais famoso, Ipanema, por um canal estreito, o Leblon é um dos bairros mais exclusivos do Rio, e a hospedagem aqui tem um preço.</p>
<p>Ponto de partida<br />Hilton Rio de Janeiro Copacabana, Av. Atlântica 1020, Copacabana, RJ, 22010-000<br />A coleta no Hilton será às 7h30 ou 13h30. Por favor, informe se você está planejando nos encontrar lá para que possamos organizar nosso horário de coleta.<br />Ponto de chegada<br />Hilton Rio de Janeiro Copacabana, Av. Atlântica 1020, Copacabana, RJ, 22010-000</p>
<p>Para realizar esse passeio acesse aqui &gt; <a href="https://www.booking.com/attractions/br/prnc8dzaujcq-the-best-half-day-in-rio-with-christ-redeemer-and-sugar-loaf-hill.pt-br.html?label=gen173nr-1FCAEoggI46AdIM1gEaCCIAQGYAS24ARfIAQzYAQHoAQH4AQuIAgGoAgO4AoyG47AGwAIB0gIkYTU1ZjlmYzMtZDdiYS00YmJhLWJkY2YtODE3MTMyYTNjZWZl2AIG4AIB&amp;aid=304142&amp;source=searchresults-product-card&amp;ufi=-666610&amp;date=2024-04-13&amp;start_time=07%3A30&amp;ticket_type=OFoD92e2Xo2H">Booking.com</a></p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
