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	<title>Agronegócio &#8211; Portal BR</title>
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	<description>Notícias no Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Aug 2026 20:39:24 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Agronegócio &#8211; Portal BR</title>
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		<title>Rastreabilidade bovina em blockchain amplia segurança, qualidade e competitividade da pecuária brasileira</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/rastreabilidade-bovina-em-blockchain-amplia-seguranca-qualidade-e-competitividade-da-pecuaria-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Blockchain]]></category>
		<category><![CDATA[Rastreabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia permite acompanhar o histórico dos animais, fortalece a inspeção veterinária e ajuda produtores e frigoríficos a atender às exigências dos mercados mais rigorosos A pecuária brasileira está entrando em uma nova fase, na qual produzir carne de qualidade já não é suficiente. É preciso demonstrar, com informações confiáveis, onde o animal nasceu, por quais [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia permite acompanhar o histórico dos animais, fortalece a inspeção veterinária e ajuda produtores e frigoríficos a atender às exigências dos mercados mais rigorosos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pecuária brasileira está entrando em uma nova fase, na qual produzir carne de qualidade já não é suficiente. É preciso demonstrar, com informações confiáveis, onde o animal nasceu, por quais propriedades passou, quais vacinas recebeu, como foi alimentado e em que condições chegou ao frigorífico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a rastreabilidade bovina deixa de ser apenas uma exigência burocrática e passa a ocupar posição estratégica na sanidade animal, na gestão das propriedades, na segurança dos alimentos e na abertura de mercados. Quando associada à tecnologia blockchain, ela ainda pode oferecer registros mais transparentes, verificáveis e resistentes a alterações posteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil já possui o Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, o SISBOV, utilizado para o controle das informações necessárias à certificação oficial de animais destinados, especialmente, a mercados que exigem rastreabilidade individual. O Ministério da Agricultura também desenvolve o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos, o PNIB, com planejamento para o período de 2025 a 2032. A proposta é ampliar gradualmente a identificação individual, superando limitações do controle baseado apenas em lotes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da identificação do animal ao histórico completo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade bovina começa pela atribuição de uma identificação única ao animal. Essa identidade pode estar vinculada a brincos convencionais, dispositivos eletrônicos, RFID, códigos numéricos ou outras tecnologias reconhecidas pelos programas sanitários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da identificação, o sistema constrói uma linha do tempo. Nascimento, propriedade de origem, vacinação, tratamentos veterinários, pesagens, alimentação, reprodução, compra, venda, transporte, mudança de propriedade, morte e abate podem ser registrados conforme a finalidade do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Ministério da Agricultura, a identificação individual possibilita localizar com rapidez animais afetados por doenças e seus possíveis contatos, além de acompanhar tratamentos, movimentações, quarentenas e estratégias de vacinação. O PNIB foi elaborado justamente para fortalecer a segurança alimentar, o controle sanitário e a capacidade de resposta às emergências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial de Saúde Animal define a rastreabilidade como a capacidade de acompanhar um animal ou grupo de animais durante todas as fases de sua vida. A entidade recomenda que a identificação e a rastreabilidade estejam sob responsabilidade das autoridades veterinárias, ainda que diferentes instituições participem da coleta e do tratamento das informações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância para a inspeção veterinária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para médicos-veterinários, fiscais agropecuários e responsáveis técnicos, uma base confiável de rastreabilidade funciona como uma ferramenta de investigação sanitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando surge uma suspeita de doença contagiosa, não basta examinar apenas o animal afetado. É necessário descobrir de onde ele veio, com quais animais teve contato, quais propriedades visitou e quais transportes foram realizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com registros individualizados, a inspeção pode identificar mais rapidamente os animais expostos, delimitar áreas de risco, determinar quarentenas e evitar restrições desnecessárias sobre propriedades que não participaram da cadeia de transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade também ajuda a verificar o cumprimento dos calendários de vacinação, acompanhar tratamentos, analisar períodos de carência de medicamentos veterinários e reunir evidências para auditorias. Informações organizadas permitem uma resposta mais direcionada e reduzem o tempo necessário para reconstruir o histórico sanitário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FAO ( Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) considera a rastreabilidade uma base dos sistemas de controle sanitário na produção de alimentos de origem animal, ligando saúde animal, saúde pública, segurança dos alimentos e acesso aos mercados. Movimentações formais e informais de animais estão entre os fatores que podem favorecer a disseminação de enfermidades, tornando o controle do trânsito uma parte essencial da defesa sanitária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle de qualidade começa antes do frigorífico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A qualidade da carne não depende somente da inspeção realizada no momento do abate. Ela começa na genética, na alimentação, no manejo, na sanidade, no bem-estar e nas condições de transporte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um sistema de rastreabilidade pode reunir informações sobre peso, desenvolvimento, dieta, tratamentos, ocorrências sanitárias e desempenho produtivo. Isso permite comparar animais, identificar práticas que apresentam melhores resultados e corrigir falhas de manejo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o pecuarista, o histórico individual ajuda na seleção de animais, no planejamento reprodutivo e na avaliação da produtividade. Para frigoríficos, cooperativas e compradores, os registros podem contribuir para programas de bonificação, classificação de carcaças e aquisição de animais que atendam a padrões específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A FAO observa que sistemas de identificação apoiam o monitoramento da saúde, da produtividade, da movimentação e do comércio dos animais. Eles também podem auxiliar na seleção de exemplares com melhor desempenho e no aprimoramento da gestão do rebanho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a blockchain acrescenta</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos sistemas convencionais, os dados permanecem armazenados em bancos controlados por uma única organização, ou seja, centralizados em um único local, o que pode gerar perda irreversível dos dados, ou por acidentes ou por hackeamento. Já na blockchain, é introduzido um modelo de registros distribuído em  milhares de servidores, nos quais cada lançamento recebe mecanismos de validação, referência temporal e ligação com registros anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso dificulta que uma informação seja apagada ou modificada sem deixar evidências. Uma vacinação registrada, por exemplo, pode permanecer associada à identidade do animal, à propriedade, ao responsável e à data do procedimento, na blockchain <a href="https://www.arweave.com.br">Arweave</a> por exemplo, os dados ficam armazenados por 200 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Revisões científicas sobre blockchain nas cadeias agroalimentares apontam transparência, imutabilidade, redundância, automação e compartilhamento controlado como algumas das características que podem fortalecer a rastreabilidade. A tecnologia pode ainda ser integrada a QR Codes, sensores, RFID e contratos inteligentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a blockchain não transforma automaticamente uma informação falsa em verdadeira. Se alguém cadastrar uma vacinação que não ocorreu ou associar o brinco ao animal errado, o sistema poderá preservar um dado incorreto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a tecnologia precisa estar acompanhada de identificação segura, treinamento, responsabilidade profissional, auditoria, inspeções presenciais e regras claras sobre quem pode incluir cada tipo de informação. A blockchain protege o histórico do registro, mas a qualidade inicial dos dados continua dependendo das pessoas, dos equipamentos e dos procedimentos adotados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O mercado internacional exige provas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os países importadores estão aumentando as exigências relacionadas à origem dos alimentos, à sanidade, à sustentabilidade e ao uso da terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A União Europeia inclui bovinos e produtos derivados entre as cadeias abrangidas pelo regulamento de produtos livres de desmatamento. Pelas datas atualmente divulgadas pela Comissão Europeia, as obrigações começarão a ser aplicadas em 30 de dezembro de 2026 para operadores de médio e grande porte e em 30 de junho de 2027 para a maior parte das micro e pequenas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A blockchain não é uma exigência obrigatória para todas as exportações. Ela é uma ferramenta que pode facilitar a comprovação da origem, a organização dos documentos e a apresentação de evidências aos compradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Brasil, uma rastreabilidade mais completa pode ajudar a demonstrar que animais não passaram por propriedades com irregularidades ambientais, que cumpriram exigências sanitárias e que foram produzidos dentro de padrões verificáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso reduz riscos para importadores, frigoríficos e redes varejistas. Também permite separar produtores regulares daqueles que tentam inserir animais de origem desconhecida ou irregular dentro da cadeia formal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Emater Trace: tecnologia criada pela Arte Final</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse movimento de digitalização foi desenvolvido o <strong><a href="https://www.emater.com.br" data-type="link" data-id="https://www.emater.com.br">Emater Trace</a></strong>, sistema brasileiro de rastreabilidade bovina criado pela empresa <a href="https://www.artefinal.net">Arte Final</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A plataforma foi projetada para construir um passaporte digital individual para cada animal. O cadastro pode reunir identificadores como SISBOV, PNIB e RFID, além de informações sobre a propriedade, o produtor e o histórico dos eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os acontecimentos que podem integrar a linha do tempo estão nascimento, vacinação, dieta, transporte, compra, venda, exportação, morte e outras ocorrências relevantes. Cada animal recebe uma identificação própria e pode ser consultado por meio de QR Code em uma página pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a estrutura do projeto, os registros podem ser publicados automaticamente na rede descentralizada Arweave, formando uma camada permanente de comprovação. A proposta é que informações importantes não permaneçam apenas em um servidor convencional que possa ser alterado, perdido ou desativado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema possui áreas diferentes para administração e para produtores. O responsável pela propriedade pode cadastrar animais e eventos dentro das identificações autorizadas, enquanto a administração acompanha usuários, propriedades, créditos e publicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O passaporte público foi concebido para apresentar os dados relevantes do animal de maneira organizada, inclusive com opções de idiomas para facilitar consultas de compradores e parceiros internacionais. A <a href="https://www.artefinal.net">Arte Final</a> informa que atua desde 2000 no desenvolvimento de soluções digitais e atualmente trabalha com Web3, Arweave, armazenamento descentralizado, certificação blockchain e rastreabilidade de produtos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Integração com os sistemas oficiais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Emater Trace deve ser entendido como uma plataforma tecnológica complementar. Ele não substitui o SISBOV, o PNIB, a Guia de Trânsito Animal, os serviços de inspeção ou as certificações exigidas pelo Ministério da Agricultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que os registros tenham validade dentro de programas sanitários e comerciais oficiais, é necessária a integração com as normas, identificadores e procedimentos reconhecidos pelas autoridades competentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa interoperabilidade é um dos maiores desafios do setor. Sistemas privados, plataformas estaduais, frigoríficos, laboratórios, entidades certificadoras e órgãos públicos precisam trabalhar com padrões compatíveis. Caso contrário, o produtor será obrigado a preencher as mesmas informações repetidamente em diferentes plataformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário ideal é aquele em que o dado é registrado uma única vez, verificado por quem possui competência e compartilhado de maneira segura com os participantes autorizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia brasileira como ativo estratégico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolver essa tecnologia no Brasil é importante porque a pecuária nacional possui características que nem sempre são compreendidas por plataformas estrangeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país apresenta propriedades de diferentes tamanhos, longas distâncias, áreas com conectividade limitada e grande diversidade de sistemas de criação. Uma solução nacional pode ser adaptada ao trabalho em campo, à realidade dos pequenos produtores e às regras brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O domínio da tecnologia também evita dependência completa de empresas internacionais para armazenar e interpretar informações estratégicas sobre o rebanho nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o desenvolvimento local gera conhecimento, qualificação profissional e oportunidades para empresas brasileiras nos setores de software, agronegócio, certificação, sensores, telecomunicações e segurança de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O próprio Ministério da Agricultura reconhece a rastreabilidade como instrumento de competitividade, segurança alimentar e acesso a mercados. O Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos representa uma oportunidade para que soluções públicas e privadas evoluam de maneira coordenada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do custo à valorização do produtor</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação da rastreabilidade exige investimento em brincos, leitores, internet, equipamentos, capacitação e tempo de lançamento das informações. Para que o sistema alcance pequenos e médios produtores, o processo precisa ser simples, acessível e compatível com a rotina da propriedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor também precisa receber benefícios concretos. Bonificações, acesso a mercados, redução de perdas, melhora na gestão, facilidade para obter certificações e valorização dos animais são fatores capazes de transformar a rastreabilidade de obrigação em vantagem econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o consumidor consulta um QR Code e conhece a origem do produto, o trabalho realizado na propriedade se torna mais visível. O cuidado com alimentação, vacinação, bem-estar e sustentabilidade deixa de ser apenas uma afirmação publicitária e passa a contar com registros verificáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um novo passaporte para a pecuária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A rastreabilidade bovina em blockchain não resolve sozinha todos os problemas sanitários, ambientais e comerciais. Porém, pode formar uma infraestrutura confiável para conectar produtores, veterinários, transportadores, frigoríficos, compradores e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Emater Trace representa uma iniciativa brasileira nessa direção. Ao criar um passaporte digital permanente para o animal, o projeto procura valorizar o produtor responsável e ampliar a transparência da cadeia pecuária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço dessa tecnologia dependerá da qualidade dos dados, da integração com os sistemas oficiais e da adesão dos profissionais que atuam no campo. Se esses elementos forem reunidos, o Brasil poderá não apenas atender às novas exigências internacionais, mas também liderar o desenvolvimento de uma pecuária mais segura, eficiente e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arroz: a produção que sustenta a mesa dos brasileiros e fortalece o agronegócio nacional</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/arroz-a-producao-que-sustenta-a-mesa-dos-brasileiros-e-fortalece-o-agronegocio-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 00:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Base da alimentação, gerador de renda no campo e produto estratégico para a segurança alimentar, o arroz tem papel decisivo na economia brasileira Portal BR – A produção de arroz ocupa um lugar especial no agronegócio brasileiro. Embora soja, milho e carnes concentrem boa parte das exportações e da visibilidade econômica do setor, o arroz [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><strong>Base da alimentação, gerador de renda no campo e produto estratégico para a segurança alimentar, o arroz tem papel decisivo na economia brasileira</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Portal BR –</strong> A produção de arroz ocupa um lugar especial no agronegócio brasileiro. Embora soja, milho e carnes concentrem boa parte das exportações e da visibilidade econômica do setor, o arroz tem uma importância que vai além dos números: ele está diretamente ligado à alimentação diária da população, à geração de renda no campo, à estabilidade dos preços dos alimentos e à segurança alimentar do país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Presente no prato de milhões de brasileiros, especialmente ao lado do feijão, o arroz é um dos alimentos mais tradicionais da cultura nacional. A Embrapa destaca que o arroz, junto com o feijão, constitui um dos principais alimentos da dieta brasileira e possui relevância nas ações sociais e governamentais de incentivo à produção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na safra de 2026, segundo estimativa de março do IBGE, a produção brasileira de arroz em casca foi projetada em <strong>11,3 milhões de toneladas</strong>. Mesmo com redução em relação ao ano anterior, o volume mostra a força da cultura e sua relevância dentro da produção nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Rio Grande do Sul segue como o grande protagonista da rizicultura nacional. O estado teve produção estimada em <strong>7,9 milhões de toneladas</strong> em 2026, o que representa a maior parte do arroz produzido no país. A concentração da produção gaúcha mostra como o desempenho das lavouras do Sul tem impacto direto sobre o abastecimento nacional e sobre os preços ao consumidor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A importância do arroz ficou ainda mais evidente em momentos de crise climática. As enchentes no Rio Grande do Sul reacenderam o debate sobre a necessidade de proteger a produção nacional, melhorar a infraestrutura rural, garantir estoques reguladores e diversificar regiões produtoras. Como o estado responde normalmente por cerca de 70% da produção brasileira, qualquer problema climático severo na região afeta todo o mercado nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No agronegócio, o arroz movimenta uma cadeia ampla. A produção envolve agricultores, cooperativas, indústrias de beneficiamento, transporte, armazenagem, comércio atacadista, supermercados, exportadores, técnicos agrícolas, pesquisadores e fornecedores de máquinas, sementes, fertilizantes e defensivos. Ou seja, o grão gera empregos e renda antes, durante e depois da colheita.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto central é a segurança alimentar. O arroz é considerado um produto de alto valor social no Brasil. Publicação da Embrapa sobre arroz e feijão ressalta que esses alimentos são classificados pelo governo brasileiro como produtos de segurança alimentar, justamente pela importância no acesso da população a uma alimentação básica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de alimentar o mercado interno, o arroz também tem valor estratégico para o equilíbrio da inflação dos alimentos. Quando a produção cai, os preços tendem a subir, pressionando principalmente as famílias de menor renda. Por isso, investir na estabilidade da cadeia produtiva do arroz significa também proteger o poder de compra da população.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O arroz brasileiro também se destaca pela tecnologia. A produção irrigada no Sul, especialmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, utiliza sistemas de manejo cada vez mais avançados. Já o arroz de terras altas, presente em outras regiões, amplia as possibilidades de produção e reduz a dependência de uma única área produtora. A Embrapa ressalta que o arroz pode ser cultivado em diferentes sistemas, incluindo áreas irrigadas e de terras altas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, o setor enfrenta desafios. Custos elevados de produção, variações climáticas, baixa rentabilidade em determinados ciclos, competição com importados, dificuldades logísticas e pressão ambiental exigem planejamento. Segundo o IBGE, a redução estimada da produção em 2026 refletiu preços e rentabilidade em patamares baixos para o produtor, o que desestimula aumento de área e investimentos nas lavouras.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para o Brasil, fortalecer a produção de arroz é uma decisão econômica e social. Não se trata apenas de produzir mais um grão, mas de garantir abastecimento, preço justo, renda no campo e alimento básico na mesa. Em um país continental e ainda marcado por desigualdades, o arroz segue sendo um dos símbolos mais claros da ligação entre agronegócio, segurança alimentar e vida cotidiana.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O futuro da rizicultura brasileira depende de políticas públicas eficientes, crédito rural acessível, pesquisa agropecuária, infraestrutura de armazenagem, irrigação, seguro agrícola e valorização do produtor. Se o Brasil deseja manter sua força no agronegócio sem perder de vista a alimentação de sua própria população, a produção de arroz precisa continuar sendo tratada como estratégica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<hr>
<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/arroz-a-producao-que-sustenta-a-mesa-dos-brasileiros-e-fortalece-o-agronegocio-nacional/">https://www.portalbr.com.br/arroz-a-producao-que-sustenta-a-mesa-dos-brasileiros-e-fortalece-o-agronegocio-nacional/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Abacate ganha espaço no campo brasileiro e reforça imagem de fruta nutritiva e versátil</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/abacate-ganha-espaco-no-campo-brasileiro-e-reforca-imagem-de-fruta-nutritiva-e-versatil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de abacates no Brasil vem ganhando importância econômica, impulsionada pelo consumo interno, pela busca por alimentos mais saudáveis e pelo crescimento do mercado de exportação. Em 2024, o país produziu cerca de 427,4 mil toneladas da fruta, em uma área de aproximadamente 25,3 mil hectares, com valor de produção estimado em R$ 1,15 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A produção de abacates no Brasil vem ganhando importância econômica, impulsionada pelo consumo interno, pela busca por alimentos mais saudáveis e pelo crescimento do mercado de exportação. Em 2024, o país produziu cerca de <strong>427,4 mil toneladas</strong> da fruta, em uma área de aproximadamente <strong>25,3 mil hectares</strong>, com valor de produção estimado em <strong>R$ 1,15 bilhão</strong>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O principal estado produtor é <strong>São Paulo</strong>, responsável por mais de 161 mil toneladas em 2024. Na sequência aparecem <strong>Minas Gerais</strong>, <strong>Ceará</strong>, <strong>Espírito Santo</strong> e <strong>Paraná</strong>, formando o grupo de maior peso na cultura nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além do abacate tradicional, maior e muito consumido em vitaminas, cremes e receitas doces, o chamado <strong>avocado</strong>, variedade menor e com maior teor de gordura, vem se popularizando no Brasil. Ele é muito usado em pratos salgados, saladas, pastas e receitas associadas à alimentação fitness.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No mercado externo, o Brasil também avança. Em 2024, as exportações brasileiras de abacate chegaram a aproximadamente <strong>24,5 mil toneladas</strong>, movimentando cerca de <strong>US$ 36,2 milhões</strong>. Embora ainda tenha participação menor em comparação a grandes exportadores como México, Peru e Colômbia, o país possui clima favorável, área agrícola disponível e possibilidade de ampliar sua presença no comércio internacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista nutricional, o abacate é uma fruta diferenciada. Ao contrário da maioria das frutas, tem maior teor de gorduras boas, especialmente gorduras monoinsaturadas. Segundo a Harvard T.H. Chan School of Public Health, o abacate contém fibras, potássio, magnésio, folato, vitaminas C, E, K e compostos como luteína e zeaxantina, ligados à saúde ocular.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais benefícios associados ao consumo equilibrado da fruta estão o auxílio na saciedade, a contribuição para a saúde cardiovascular, o fornecimento de fibras para o intestino e o apoio à ingestão de nutrientes importantes. Por ser calórico, porém, o consumo deve ser moderado, especialmente em dietas com controle de peso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A versatilidade também ajuda a explicar o crescimento do abacate. Ele pode ser usado em vitaminas, saladas, guacamole, molhos, sobremesas, torradas, patês e preparações culinárias. Na indústria, ainda aparece em cosméticos, óleos e produtos alimentícios.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com produção crescente, boa aceitação no mercado interno e valorização como alimento saudável, o abacate se firma como uma das frutas com maior potencial de expansão no agronegócio brasileiro. Para produtores, representa oportunidade de diversificação. Para consumidores, é uma opção nutritiva, saborosa e cada vez mais presente na mesa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
<hr>
<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/abacate-ganha-espaco-no-campo-brasileiro-e-reforca-imagem-de-fruta-nutritiva-e-versatil/">https://www.portalbr.com.br/abacate-ganha-espaco-no-campo-brasileiro-e-reforca-imagem-de-fruta-nutritiva-e-versatil/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agronegócio brasileiro vive momento de recordes, exportações fortes e pressão financeira no campo</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/agronegocio-brasileiro-vive-momento-de-recordes-exportacoes-fortes-e-pressao-financeira-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Safra de grãos deve alcançar novo patamar histórico, vendas externas seguem aquecidas e pecuária registra bons números, mas juros altos, endividamento e clima preocupam produtores Brasília — O agronegócio brasileiro chega a junho de 2026 em uma situação de força produtiva, relevância econômica e, ao mesmo tempo, grande pressão sobre o produtor rural. O setor [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="wp-block-heading">Safra de grãos deve alcançar novo patamar histórico, vendas externas seguem aquecidas e pecuária registra bons números, mas juros altos, endividamento e clima preocupam produtores</h3>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasília —</strong> O agronegócio brasileiro chega a junho de 2026 em uma situação de força produtiva, relevância econômica e, ao mesmo tempo, grande pressão sobre o produtor rural. O setor segue como um dos principais motores da economia nacional, sustentado por safra recorde, exportações robustas, expansão da pecuária e forte participação na balança comercial. No entanto, o cenário também exige cautela diante do aumento do endividamento, dos juros elevados, da instabilidade climática e da volatilidade dos preços internacionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A fotografia atual do agro mostra um país altamente competitivo na produção de alimentos, fibras e proteínas, mas com produtores enfrentando margens mais apertadas e necessidade crescente de planejamento financeiro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Safra de grãos deve bater novo recorde</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A produção brasileira de grãos na safra 2025/2026 está estimada em 358,6 milhões de toneladas, o que pode representar um novo recorde histórico. O resultado é impulsionado principalmente pela soja, pelo milho e pelo bom desempenho de parte das lavouras em regiões onde o clima foi favorável.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A soja continua sendo a principal cultura do país. A estimativa para o ciclo atual é de 180,3 milhões de toneladas, com colheita praticamente concluída. O milho também aparece com forte peso, somando as três safras e mantendo papel estratégico tanto para exportação quanto para abastecimento interno, especialmente na cadeia de carnes, leite e biocombustíveis.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esse avanço produtivo confirma a capacidade tecnológica do campo brasileiro. O uso de sementes mais adaptadas, mecanização, correção de solo, agricultura de precisão, integração de sistemas e gestão profissional têm permitido ganhos de produtividade em diversas regiões.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exportações mantêm o agro como motor da balança comercial</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As exportações seguem como um dos pontos mais fortes do setor. Em maio de 2026, o agronegócio brasileiro vendeu US$ 16 bilhões ao exterior, respondendo por mais da metade de tudo que o Brasil exportou no mês.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de janeiro a maio, as vendas externas do agro chegaram a US$ 70,5 bilhões, recorde para o período. A China permanece como principal destino dos produtos brasileiros, especialmente soja e carnes, seguida por outros mercados importantes como União Europeia, Estados Unidos e países da Ásia, Oriente Médio e África.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O complexo soja segue liderando a pauta exportadora, mas as proteínas animais também ganharam destaque. Carnes bovina, suína e de frango registraram desempenho expressivo, confirmando a força do Brasil como fornecedor global de alimentos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pecuária também mostra fôlego</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A pecuária brasileira iniciou 2026 com números fortes. O primeiro trimestre registrou o melhor resultado para abate de bovinos, suínos e frangos em um primeiro trimestre da série histórica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O desempenho indica demanda aquecida, capacidade produtiva elevada e manutenção da competitividade das cadeias de carnes. A produção de leite também apresentou volume recorde para o período, embora o preço pago ao produtor ainda seja motivo de atenção em várias regiões.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A força da pecuária reforça a importância do agro não apenas nas exportações, mas também no abastecimento interno, na geração de empregos, na movimentação da indústria de alimentos, no transporte, na armazenagem e nos serviços ligados ao campo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Agropecuária ajuda o PIB brasileiro</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O desempenho do campo também apareceu nos números da economia nacional. No primeiro trimestre de 2026, a agropecuária cresceu acima da média geral do PIB, ajudando a sustentar o avanço da economia brasileira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A expansão reflete aumento da produção vegetal, bom desempenho de atividades pecuárias e melhora de produtividade em culturas relevantes. Mesmo quando outros setores da economia avançam de forma mais lenta, o agro continua contribuindo para o resultado nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No ano anterior, o agronegócio como cadeia completa — incluindo produção dentro da porteira, insumos, agroindústria e serviços — representou cerca de um quarto da economia brasileira. Esse dado reforça a dimensão estratégica do setor para emprego, renda, exportações e arrecadação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Endividamento preocupa produtores</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos bons indicadores produtivos e comerciais, a realidade dentro de muitas propriedades é mais difícil. Juros altos, custos elevados, queda de preços em algumas commodities e perdas climáticas recentes aumentaram o nível de endividamento rural.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Produtores de grãos estão entre os mais pressionados, especialmente aqueles que enfrentaram quebras de safra, enchentes, estiagens ou queda de rentabilidade. Em algumas regiões, o aumento de leilões de propriedades rurais e renegociações de crédito acendeu alerta no setor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O problema não significa crise generalizada do agronegócio, mas mostra que há uma diferença entre o bom desempenho macroeconômico do agro e a situação financeira individual de muitos produtores. O país pode colher recordes e exportar muito, enquanto parte do campo enfrenta dificuldade para fechar as contas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Clima virou fator central de risco</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O clima se tornou um dos maiores desafios do agronegócio brasileiro. Estiagens prolongadas, chuvas excessivas, ondas de calor, enchentes e eventos extremos passaram a interferir diretamente no planejamento das safras.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A instabilidade climática afeta produtividade, logística, armazenagem, qualidade dos produtos e capacidade de pagamento dos produtores. Por isso, irrigação, seguro rural, recuperação de solos, diversificação produtiva e sistemas integrados deixaram de ser temas secundários e passaram a fazer parte da estratégia de sobrevivência do campo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O produtor rural brasileiro está sendo obrigado a investir mais em gestão de risco. A decisão de plantar, comprar insumos, contratar crédito e vender antecipadamente a produção exige análise cada vez mais técnica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Crédito e Plano Safra estão no centro do debate</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Com o custo financeiro elevado, o setor aguarda políticas de crédito mais eficientes e condições compatíveis com a realidade da produção. O Plano Safra continua sendo uma das principais ferramentas para custeio, investimento, comercialização e modernização das propriedades.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A demanda do setor é por juros mais acessíveis, mais recursos para seguro rural, apoio à armazenagem, incentivo à irrigação e instrumentos de renegociação para produtores atingidos por eventos climáticos extremos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Sem crédito adequado, o produtor reduz investimento, adia compra de máquinas, diminui uso de tecnologia e pode comprometer a produtividade futura. Por isso, o debate sobre financiamento rural é hoje um dos temas mais importantes para o agro brasileiro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Situação é de força com cautela</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A situação atual do agronegócio no Brasil pode ser resumida em uma combinação de força e cautela. O país produz muito, exporta bem, amplia sua presença internacional e mantém o campo como base da economia. Ao mesmo tempo, o produtor enfrenta custos altos, crédito caro, endividamento crescente e riscos climáticos cada vez mais frequentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O agro brasileiro continua sendo competitivo, moderno e essencial para o país. Mas os próximos meses exigirão atenção redobrada. O desafio será transformar recordes de produção e exportação em rentabilidade real para quem produz.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para isso, será necessário fortalecer seguro rural, melhorar logística, ampliar armazenagem, estimular tecnologia, garantir crédito viável e criar políticas de longo prazo. O Brasil já mostrou que tem capacidade para alimentar o mundo. Agora, precisa garantir que o produtor tenha condições econômicas e ambientais para continuar produzindo com segurança.</p>
<p class="wp-block-paragraph">
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<p style="font-size:12px;color:#555"><a href="https://www.portalbr.com.br/agronegocio-brasileiro-vive-momento-de-recordes-exportacoes-fortes-e-pressao-financeira-no-campo/">https://www.portalbr.com.br/agronegocio-brasileiro-vive-momento-de-recordes-exportacoes-fortes-e-pressao-financeira-no-campo/</a><br />
<a href="https://arweave.net.br"> Web3/Blockchain Arweave</a></p>
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		<title>Empresa brasileira desenvolve projeto do maior drone agrícola do mundo</title>
		<link>https://www.portalbr.com.br/empresa-brasileira-desenvolve-projeto-do-maior-drone-agricola-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Portal BR]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 03:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os drones agrícolas levaram a agricultura a um novo patamar, os Vants (ou veículos autônomos não tripulados), como também são chamados, ganharam destaque especial na pulverização agrícola, destacando-se pela praticidade, economia, maior precisão e sustentabilidade. O maior drone agrícola até então era o Ag Cormorant Tactical Robotics de Israel com peso máximo T.O. de 500 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os drones agrícolas levaram a agricultura a um novo patamar, os Vants (ou veículos autônomos não tripulados), como também são chamados, ganharam destaque especial na pulverização agrícola, destacando-se pela praticidade,  economia, maior precisão e sustentabilidade. O maior drone agrícola até então era o Ag Cormorant Tactical Robotics de Israel com peso máximo T.O. de 500 kg, no entanto, agora foi ultrapassado por um projeto brasileiro da startup aeroespacial &#8220;Psyche Aerospace&#8221;, com sede em São José dos Campos, interior de São Paulo, com o sesenvolvimento do Harpia P-71, o protótipo da empresa.</p>
<p>Em 6 de março foi realizado o primeiro voo oficial do Harpia P-71, que possui autonomia de mais de 10 horas de voo e peso máximo T.O. de 720 Kg, ultrapassando o israelense, e destacando-se como o maior drone agrícola do mundo.</p>
<p>Novos testes em campo estão sendo colocados em prática para aprimorar as versões já desenvolvidas e consolidar o protótipo antes da sua fase de manufatura em escala. Esta é a sexta versão de um protótipo, que já foi incubada num dos maiores hubs aeroespaciais do mundo, o Parque de Inovação Tecnológica de São José dos Campos.<br />
Hoje, a startup conta com uma fábrica de 2 mil metros quadrados na zona sul da mesma cidade.</p>
<p>O uso de drones na agricultura economiza tempo e recursos significativos, reduzindo a necessidade de mão-de-obra e de equipamentos pesados, além de otimizar o uso de água, fertilizantes e pesticidas.</p>
<p>Ao permitir a aplicação mais precisa de insumos agrícolas, os drones ajudam a reduzir o uso excessivo de produtos químicos e minimizam o impacto ambiental da agricultura. No geral, os drones agrícolas oferecem uma série de benefícios que melhoram a eficiência, a produtividade e a sustentabilidade das operações agrícolas.</p>
<p>Os drones agrícolas também podem ser equipados com câmeras e sensores que permitem aos agricultores monitorar suas culturas de forma eficiente e precisa. Isso inclui a detecção de doenças, pragas, estresse hídrico e outros problemas de crescimento.</p>
<p>Os drones podem coletar dados topográficos e criar mapas detalhados do terreno, ajudando os agricultores a planejar o uso eficiente do solo, a irrigação e o plantio. Os dados também podem ser analisados para fornecer insights valiosos e informar decisões agrícolas, como planejamento de safra, gerenciamento de riscos e adoção de práticas de agricultura de precisão.</p>
<p>Segundo o pesquisador da Unesp, Vicente Cornago, o Brasil já aperece em quarto lugar no mundo em número de drones, corroborando com a estimativa do Sindicato Nacional de Aviação Agrícola (Sindag), indicando a estimativa de 10 mil drones em operação na agricultura brasileira.</p>
<p>O Harpia P-71 vem trazer ao Brasil um destaque mundial na tecnologia de drones agrícolas, que juntamente com outras importantes empresas brasileiras fabricantes de drones agrícolas, SkyDrones, Arpac, GTEEX, Agro Aviation, ARYS, etc, transformam o Brasil no grande celeiro agrícola do mundo.</p>
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